A #Morte do empresário Paulo César de Barros Morato provocou uma enorme discussão nas redes sociais e na imprensa. Um dia depois de sua prisão ser decretada na 'Operação Turbulência', da Polícia Federal, ele foi encontrado morto no hotel 'Tititi', em Olinda, Pernambuco. Mas porque a morte de alguém poderia gerar tanto debate? Pelas circunstâncias. Paulo era investigado em um suposto esquema de corrupção que ligava até a Eduardo Campos, ex-candidato à presidência da república em 2014 e ex-Governador de Pernambuco.

Campos morreu em um acidente aéreo um dia depois de dar uma entrevista ao vivo para o 'Jornal Nacional', da TV Globo.

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O caso virou uma comoção em plena eleição. Até hoje, a queda da aeronave do ex-governador é investigada, mas o caso sempre foi tratado como "acidente".

De acordo com informações do site 'Diário do Poder' desta quinta-feira, 23, delegados preferem não dizer oficialmente o que teria levado à morte do empresário Paulo Morato. No entanto, três são as hipóteses principais, morte natural, homicídio ou suicídio. Amigos e a advogada do empresário confirmaram a alguns veículos de comunicação que ele teria tentado se matar em outras oportunidades. O caso aparece curiosamente exatamente depois de 20 anos da morte de Paulo César Farias. Inicialmente, a morte do político foi tratada como suicídio, depois homicídio. No entanto, até hoje, nenhum dos culpados foi apontado. 

Paulo Bernardo é acusado de participar de um esquema que desvio R$ 600 milhões dos cofres públicos.

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Ao todo, 18 empresas de fachadas seriam utilizadas. Elas teriam relação com a empresa que emprestou a aeronave utilizada por Eduardo Campos que acabou caindo e o vitimando. O empresário aparece com o dono a empresa que comprou o jatinho Citation, que matou Campos no dia 13 de agosto de 2014.

Por enquanto a morte do empresário está sendo investigada pela Polícia Civil. No entanto, de acordo com a assessoria da Polícia Federal, um agente foi deslocado até o local da morte para fazer o acompanhamento das perícias.  #Eleições