Já está com a Polícia Civil do Rio de janeiro o segundo vídeo gravado no dia do estupro coletivo. As imagens comprovam que a menina tentou reagir à #Violência sexual praticada contra ela.

Agora não há mais nenhuma dúvida de que o estupro realmente aconteceu. No "Fantástico" do último domingo (05) foi ao ar uma matéria em que a polícia confirmou a existência do vídeo.

Cristiana Bento, delegada responsável pelo caso, confirmou que o vídeo foi encontrado no celular no qual se encontrava o primeiro vídeo, o mesmo que foi divulgado no Twitter e que causou uma revolta geral. Um pequeno trecho deste segundo vídeo até foi mostrado, mas a Globo tomou todos os cuidados para preservar a identidade da menina.

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Este celular pertence ao suspeito Raí de Souza, 22 anos, que já se encontra preso. Ele havia dito que o smartphone no qual fez a gravação do estupro tinha sido destruído, mas na verdade estava era guardado com um amigo.

A polícia confirmou que na verdade foram 2 estupros que aconteceram em momentos diferentes, e que a garota de 16 anos foi levada ainda desacordada para a casa abandonada no Morro da Barão, um local conhecido por toda comunidade como "abatedouro".

A menina foi a um baile funk na comunidade e depois saiu com um casal de amigos, mais um outro homem. Eles se dirigiram para uma casa onde ela manteve relações sexuais com Raí.

Só que depois disto ela teria "apagado" e quando acordou estava no tal "abatedouro", onde um homem a segurava e vários outros estavam ao seu redor. O novo vídeo, de acordo com a delegada, confirma que ela foi estuprada duas vezes neste segundo imóvel, enquanto estava desacordada.

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O jogador Lucas Perdomo teve intimidade com outra garota e não com a jovem violentada. Lucas estava preso, mas por falta de provas já foi liberado; entretanto, continuará sendo investigado pela polícia.

Raí de Souza, suspeito de ter participado do estupro e divulgado as imagens no Twitter, disse em seu depoimento que a garota é que estava errada, pois aquele não era um local para ela frequentar. #Crime #Casos de polícia