Neste fim de semana, a presidente afastada Dilma Rousseff foi alvo das principais revistas semanais do Brasil. A 'Isto É' e a 'Veja' repercutiram um suposto depoimento de Marcelo Odebrecht, no qual ele diz que a representante do Partido dos Trabalhadores (PT) teria cobrado pessoalmente dinheiro por via de doação para campanha dela à reeleição. Ele dinheiro era para viabilizar, segundo o empresário, o "caixa dois" do marqueteiro de Rousseff, João Santana. Ele, assim como Odebrecht, está preso. 

Conversas e entrevistas que marcaram o país

Em entrevista ao site 'Diário do Poder' publicada neste domingo, 05, o Senador Ronaldo Caiada, eleito pelo Democratas de Goiás, disse que o ideal para o Brasil é que #Dilma Rousseff pedisse logo a renúncia, especialmente agora que delações já mostram que ela agiu pessoalmente em um suposto esquema de caixa dois para a própria campanha presidencial. 

Ronaldo diz que a informação objeto das reportagens da 'Isto É' e da 'Veja' é algo gravíssimo.

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Ele pede para que a companheira política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva respeite o Brasil e não perca tempo, renuncie logo. De acordo com o Congressista Democrata, isso ajudaria a economizar tempo dos Senadores e do próprio país, que discute desde o fim do ano passado o #Impeachment de Dilma. 

A renúncia de Dilma, no entanto, não significa que o processo contra ela ficará extinto. Em 1992, por exemplo, Fernando Collor de Mello renunciou poucos dias antes da votação no Senado que julgaria sua deposição, mas teve Senadores discutindo outra coisa, a sua inelegibilidade por oito anos. Assim foi feito. Anos depois, no entanto, o Supremo Tribunal Federal (STF) disse que Collor não cometeu nenhum tipo de #Crime.

"É a pá de cal que derruba qualquer alegação de que ela não participou do processo de corrupção", defendeu o democrata", disse Caiado na entrevista ao 'Diário do Poder'.

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Ele ainda indica que Dilma é criminosa, pois não faltam delitos cometidos por ela ao longo dos pouco mais de cinco anos que ficou como presidente e até antes, quando, por exemplo, participou do Conselho da Petrobras, autorizando aquisições polêmicas para a estatal, como a compra de Pasadena.