O senador Ricardo Ferraço, eleito pelo PSDB do Espírito Santo, comparou a possível volta da presidente afastada Dilma Rousseff ao #Governo federal como um episódio de fim do mundo, trazendo consequências gravíssimas ao país e aos brasileiros. " O retorno da presidente Dilma é absolutamente inviável, uma catástrofe. É mergulhar o nosso país em um apocalipse", disse ele com bastante convicção. A declaração dele foi publicada neste sábado, 11, no site 'Diário do Poder'.

Atualmente, o Congressista faz parte da Comissão especial que julga o impedimento de Dilma no Senado. O tucano ainda diz ter certeza que a representante do Partido dos Trabalhadores (PT) realmente cometeu o crime de responsabilidade, pelo qual é acusada.

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Para ele, as provas de tal fato são "objetivas e claras". 

Dilma disse em recente entrevista que ainda faltam pelo menos seis votos para que o #Impeachment não passe pelo Senado. Ela preferiu não identificar os políticos que estariam conversando com ela sobre o tema. No entanto, um dos possíveis votos que podem ser alterados é o do Senador Romário Farias, eleito pelo PSB do Rio de Janeiro. Ele não só confessou que estaria pensando em alterar sua opinião, como também renunciou à posição de liderança na Comissão do Impeachment. Romário teria interesse do apoio do #PT nas eleições municipais do Rio de Janeiro.

Apesar de criticar Dilma e ter certeza que ela não voltará ao poder, o Senador Ricardo Ferraço não concorda totalmente com o jeito do presidente em exercício Michel Temer, do PMDB, em administrar o  governo, especialmente na hora da escolha de seus Ministros.

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O tucano revelou que teria mais cuidado para compor a equipe, evitando assim figuras que, de alguma forma, pudessem constranger o presidente.

Ele se referia a dois Ministros que acabaram sendo exonerados por estarem envolvidos em polêmicas. Um deles é Romero Jucá, flagrado em conversa "estranha" com o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado. Romero deixou o  Ministério do Planejamento, mas garantiu que apoiaria Temer no Senado.