Nesta segunda-feria, 20, aconteceram momentos curiosos durante a Comissão do impeachment que julga a presidente afastada Dilma Rousseff. O processo já longo, que beira ao tedioso, teve falas engraçadas de Senadores, que se mostravam cansados ao "chover no molhado". Um dos que mais se destacou em suas falas foi o Congressista Magno Malta, eleito pelo Partido da República do Espírito Santo. Irritado com o fato da bancada petista chamá-lo de "golpista" e radical por querer tirar uma presidente eleita pelo povo do poder, Magno respondeu: “Quando eu escuto o PT chamar alguém de radical, me dá vontade de rir.”

No momento da fala, como pode ser visto no primeiro vídeo abaixo, é possível ouvir alguns congressistas rindo ao fundo.

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Malta já é conhecido por fazer falas curiosas ao realizar suas argumentações. Na mesma sessão, ele chegou a dizer que Dilma só voltaria ao #Governo quando o Saci começasse a cruzar as pernas e morcego doar sangue, fazendo uma citação à uma letra de Bezerra da Silva.

O político ainda criticou o fato da legenda de Dilma traçar inúmeras estratégias, mas ninguém poder. “Nasci no lixo, vou perder pra molambo? Não vou perder nada", ironizou ele se referindo aos três Senadores que defendem Dilma na Comissão, Lindbergh Farias (#PT - RJ), Gleisi Hoffmann (PT - PR) e Vanessa Graziotin (PC do B - AM). Os Congressistas são conhecidos pela expressão "turma do mimimi", pois o tempo todo fazem reclamações durante a comissão. 

Veja o vídeo com a frase marcante expressada pelo Senador:

Dilma chegou a convocar mais de 40 testemunhas para deporem na Comissão do impeachment.

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A estratégia utilizada por ela é cansar os congressistas, enquanto diz em todo o país que é vítima de um "golpe de estado". Boa parte dos entrevistados pelos Senadores, no entanto, não tem qualquer relação com o impedimento da petista. Alguns, inclusive, sequer estavam no governo quando os decretos que são chamados de "pedaladas fiscais" foram assinados, o que tem provocado muita polêmica nas discussões.