O vídeo do estupro coletivo da adolescente de 16 anos, violentada por mais de 30 homens no Rio de Janeiro, ainda choca internautas de todo o Brasil. Passados quase 10 dias do caso que ganhou repercussão em todo o Brasil e no Mundo, agora novas provas levantadas pela delegada responsável pelo caso provam que o #Crime realmente aconteceu. 

Outro vídeo do abuso sexual foi feito pelos acusados e, nas imagens, a garota aparece pedindo para que os rapazes parem com o estupro.

De acordo com a Polícia Civil, em reportagem exibida pelo Fantástico na noite deste domingo (5), antes de ser violentada pelos rapazes inicialmente identificados, a adolescente teria sido estuprada por um traficante do Morro do Barão.

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Cinco responsáveis pelo crime já foram identificados. Dois jovens foram detidos e encaminhados para o presídio de Bangu. O rapaz apontado como o suposto namorado da vítima foi ouvido e solto por falta de provas. Outros dois homens continuam foragidos.

Um dos suspeitos, identificado como Raí, responderá, além do estupro, pelo crime da divulgação das imagens, gravadas e distribuídas para outras pessoas a partir do aparelho celular do jovem.

Moradores da comunidade chegaram a protestar em apoio aos suspeitos detidos. Porém, de acordo com escutas telefônicas realizadas pelos investigadores, os manifestantes participaram dos atos por ordem dos traficantes do morro, que teriam ficados assustados com a repercussão do caso.

Vídeo do abuso coletivo gera debate

O crime, cometido em uma comunidade do Morro do Barão, na Zona Oeste da capital carioca, abriu um amplo debate sobre a cultura do estupro no país e, desde a divulgação do vídeo do abuso sexual coletivo, vem ganhando cada vez mais destaque na programação de TV, telejornais, #Internet e redes sociais.

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Tão chocante quando o crime ocorrido com a jovem carioca, é a ampla divulgação das imagens, que bateu recorde de compartilhamentos nas redes sociais, WhatsApp, sites de pornografia e na deep web. A vítima do crime, desde então, está sob proteção oficial do Governo Federal e teve de abandonar o estado do Rio de Janeiro, junto com a família, após as inúmeras ameaças de morte recebidas. #Violência