Daniel Bezerra, de 21 anos, denuncio,u por meio de uma rede social, um estupro que, segundo ele, aconteceu na última terça (14) no estacionamento da FIC de Goiás (Faculdade de Informação e Comunicação da UFG). Depois de ter sido acusado de ter inventado o #Crime, o estudante viajou e ainda postou uma foto em sua página de rede social, com a legenda: “Ponto de fuga”.

Segundo o que ele relatou, o que viu foi um Volkswagen Gol preto deixar uma menina dopada no local. Ela estava toda rasgada e, quando ele ligou o farol do seu carro para ver melhor a situação, o motorista do outro carro fugiu e a jovem foi para o banheiro da instituição para lavar as suas partes íntimas.

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Depois de verificar as câmeras de segurança da faculdade, os seguranças notaram que a que fazia a filmagem da porta do banheiro masculino estava fora de posição.

Ao verificar imagens mais antigas de uma semana antes do ocorrido, os investigadores flagraram o momento em que Daniel mudava a câmera de posição para que ela deixasse de focar o local onde ele havia dito que tinha visto a vítima do estupro. Foi aí que surgiu a suspeita de que ele tenha inventado toda a história.

“Ele teve exatamente sete dias para calcular tudo, todos os passos. E agora, vendo as imagens dele mudando a posição das câmeras e montando todos os fatos, você percebe que realmente existiram contradições”, disse a delegada Ana Elisa Gomes responsável pelas investigações.

Segundo o segurança da instituição Elias Magalhães, o jovem teria inventado a história para tumultuar as eleições que ocorriam no momento na UFG de Diretório Central dos Estudantes.

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Todo o evento teve que ser prorrogado por conta do assunto que ele criou, e só foi acontecer no dia 16.

Além de poder perder o curso, Daniel pode receber uma advertência ou até mesmo uma exclusão total da faculdade, se o caso for comprovado como uma mentira.

Segundo a Polícia Civil, a lei determina claramente que contar uma mentira que acabe mobilizando as autoridades e atrapalhe investigações de casos mais sérios, gastando dinheiro público, é crime, designado como ‘comunicação falsa de crime’.

Como parte das investigações, a polícia pediu que fosse feita a perícia de uma calcinha que foi encontrada no banheiro da Universidade. O jovem Daniel Bezerra ainda não foi ouvido por ter alegado estar viajando. #Comportamento #Casos de polícia