Acabou. O presidente em exercício, Michel Temer, do PMDB, mandou avisar que milhares de cargos comissionados do governo não terão prosseguimento. O anúncio foi feito nesta sexta-feira, 10. A maioria dos cargos tinham sido empossados pela presidente afastada Dilma Rousseff, cuja equipe foi escolhida dedo a dedo. Ao todo, 4.307 pessoas foram desligadas do governo. Elas tinham funções não tão importantes para o momento, de acordo com o peemedebista, que quer fazer a chamada "navalha na carne", cortar até onde der para mostrar que está atento à crise econômica e polícia que passa o Brasil. 

Outros cargos, como os de assessoramento Superior, também conhecidos como DAS, agora só poderão ser ocupados com pessoas com vínculo com a administração pública.

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Ou seja, só podem ser ocupadas por quem é servidor público concursado. Dessa forma, acaba uma velha prática da política federal, que são as chamadas "boquinhas". Políticos sempre deram um jeitinho de empregar parentes, amigos e pessoas que os ajudaram nas campanhas eleitorais. Agora pelo menos nesse nível de cargo não poderá ter mais ninguém. Isso, é claro, se outro presidente no futuro não mudar essa decisão. 

Segundo informações do Diário do Poder, o Ministério do Planejamento diz que não dá mais para fazer cabides dentro do governo federal. Muita gente que recebia altos salários sem realizar um trabalho consistentemente para o povo brasileiro agora terá que procurar outro emprego. A medida, é claro, bate de frente com o Partido dos Trabalhadores (#PT). Novos demitidos devem ser anunciados até o final do ano.

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Isso porque os remanescentes do governo estavam trabalhando como "espiões" para Dilma. Ela recebia informações sigilosas sobre o Palácio do Planalto, em Brasília. Até o clipping de notícias enviado à presidência da república era depois enviado para Rousseff. Temer não gostou de saber dessa informação e mandou cortar essa "mordomia", assim como já tinha proibido a Força Aérea Brasileira (FAB) a levar sua ex-aliada para todos os cantos do Brasil. #Dilma Rousseff #Michel Temer