O governo do presidente interino, Michel Temer, decidiu apertar ainda mais o cerco contra a presidente afastada #Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT). De acordo com informações do jornal 'O Globo' em reportagem publicada neste sábado, 11, Dilma terá um prazo para devolver ao Palácio do Planalto pelo menos 20 assessores, que hoje a ajudam em seu dia a dia. A notificação parte do Ministério da Casa Civil e será enviada pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Segundo 'O Globo', o documento foi assinado ainda no dia 03 de maio, mas até agora não teria chegado às mãos da petista.

Além disso, a petista conta com 160 funcionários no Palácio da Alvorada. São garços, seguranças e até arrumadeiras, que deixam o quarto da presidente completamente organizado. O peemedebista teria ameaçado até demitir esses funcionários, mas decidiu mudar de decisão por enquanto. 

Caso a presidente não decida por devolver funcionários do governo, eles serão demitidos por Michel Temer.

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Novas pessoas serão contratadas para as funções, passando a servir o peemedebista, que está tendo problemas com os poucos funcionários que a presidente afastada deixou. O número de auxiliares que a política está carregando é enorme, de 35 pagos pelo governo. Fora aqueles vinculados ao #PT e que são pagos pela legenda.

O número é tão alto que se iguala aos de campanhas eleitorais. Até mesmo o único funcionário de Natureza Especial, com salário mais alto do funcionalismo, acabou sendo "carregado". Os salários desses funcionários são altos e as despesas também. Segundo o UOL. Do dia 13 de maio até o dia 10 de junho, a presidente gastou cerca de R$ 650 mil. O número é tão alto que já gerou queixas formais e até represálias do governo Temer. 

A medida mais conhecida adotada pelo peemedebista foi cortar o uso de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) por Dilma.

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Nesta sexta-feira, 10, a presidente afastada entrou om uma ação na Justiça Federal solicitando o fim da proibição. O pedido corre sob sigilo e foi registrado na 6ª Vara Federal de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, estado onde Rousseff tem uma residência e mora com a família. Além dos aviões, um cartão usado pela alimentação da petista chegou a ser bloqueado. Ela gastou cerca de R$ 62 mil por mês só com comida nos primeiros cinco meses desse ano.