Um dos movimentos mais aguerridos pela luta da volta da presidente afastada Dilma Rousseff ao poder é o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). O grupo realiza protestos em todo o país pelo o que chama de "golpe", além de pedir a tão sonhada por ele reforma agrária, dando terras aos que mais precisam e prejudicando grandes empresários brasileiros. No entanto, essa união do MST e de Dilma pode mudar. É o que aposta o presidente em exercício #Michel Temer, do PMDB. Ele quer se aproximar de um dos mais polêmicos movimentos sociais do país, o MST. 

De acordo com informações da Coluna Esplanada (publicada no UOL) deste domingo, 05, o que era inimaginável há anos, agora pode mudar por conta da mudança repentina na conjuntura política do país.

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Isso porque até quem defende Dilma entende que é difícil que ela retorne ao #Governo. Por isso, o MST estaria disposto a dar um trégua ou até quem sabe fazer uma aliança com um governo claramente de centro-direita, indo contra a ideologia esquerdista marcada durante as últimas décadas do grupo que invade propriedades rurais e fecha estradas pelo país. 

Segundo a Coluna Esplanada, o presidente peemedebista quer uma aproximação forte com o MST, mas não só com a entidade, como também com outros movimentos sociais. Siglas conhecidas, que durante o governo do Partido dos Trabalhadores, foram financiadas, agora tem medo de serem prejudicadas com a falta de benefícios. Nesta semana, por exemplo, Temer mudou de ideia em relação à uma atitude tomada pelo MTST, o Movimento dos Trabalhadores sem Teto.

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Corte polêmico

O Ministro das Cidades, Bruno Araújo, chegou a cortar milhares de moradias do 'Minha Casa, Minha Vida'. No entanto, precisou rever a decisão. O MTST, que ocupava um prédio da presidência em São Paulo, depois da reversão decidiu sair do local e agora acampa  do lado de fora, em plena Avenida Paulista. 

A Polêmica de união de Temer com o MST já está causando revolta na internet. Quem apoiou o impeachment está achando estranha a notícia publicada pelo UOL. "Isso não nos representa", disse um internauta em um grupo de apoio ao impedimento de Dilma do Facebook.