De acordo com diversos sites de notícias regionais de Goiás, como o 'DF em Foco' e 'Jornal O Pouso Alto', um trabalhador teria se matado após ter uma carga de queijo mussarela apreendida pelo estado. O caso ocorreu no mês passado, mas voltou a repercutir depois que um empresário foi encontrado morto enforcado em uma corda no estado de São Paulo. A ação ocorreu depois dele ter que demitir mais de 220 pessoas de uma fábrica de sofás. Os sites regionais de Goiás contam que o homem que perdeu a carga de queijo seria o produtor artesanal do produto. 

O caso teria ocorrido no município de Edealina, na região sul de Goiás. Um portal garante que informações não oficiais dão conta que o queijo, do tipo muçarela custaria ao todo R$ 40 mil.

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Em entrevista ao site 'DF em Foco', o delegado que participou da apreensão do queijo, Dr. Kelps Barreto, teria confirmado a informação. De acordo com ele, o homem ficou muito desesperado ao saber que ficaria com um prejuízo incalculável. Fotos da apreensão foram disponibilizadas no site. Elas mostram uma picape lotada com o queijo, sem qualquer tipo de proteção para o produto derivado do leite. 

O caso ocorreu após a Polícia Civil acompanhar fiscais da Adrodefesa até fazendas e estabelecimentos locais. De acordo com os sites regionais, o incidente foi registrado após os fiscais chegarem até o laticínio conhecido na região como "J* da Queijaria".  A Blasting News não divulgará o nome do homem morto por se tratar de um caso de suspeita de suicídio. 

Ao chegar na queijaria do falecido, a Vigilância Sanitária do Estado de Goiás encontrou várias irregularidades.

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Não seria a primeira vez que a entidade ia ao local. Por conta da reincidência, o material foi apreendido. Por isso, tudo o que ele tinha produzido acabou sendo estocado. O homem também teria sido multado por conta das irregularidades. Enquanto os policiais carregaram as mercadorias, o homem teria se degolado com uma corda que fica em uma cisterna do local. 

Serviço importante

Tem pensamentos suicidas ou conhece alguém que precise de atendimento especial? Basta ligar para o CVV, o Centro de Valorização da Vida. 

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Centro de Valorização da Vida #Crime