Aproximadamente 2 milhões de trabalhadores em todo o Brasil ainda podem sacar os valores referentes ao benefício do PIS / Pasep 2016 - 2017 e não sabem disso. O dinheiro estará disponível somente até ao dia 30 de junho. Após essa data, ele volta para as contas públicas do #Governo. O valor, referente a um salário mínimo (R$ 880), está disponível para ser retirado a qualquer momento e pode ser depositado diretamente na conta do beneficiário, caso o mesmo seja correntista da Caixa Econômica Federal (PIS) ou Banco do Brasil (Pasep).

No total, os benefícios do PIS 2016 que estão esperando para serem retirados pelos trabalhadores somam mais de R$ 1,7 bilhões, que serão perdidos se não forem sacados até ao fim deste mês.

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Quem tem direito ao PIS / Pasep 2016 – 2017?

Para que o trabalhador tenha direito ao valor do PIS / Pasep 2016 -2017 é preciso que esteja enquadrado em algumas exigências:

Têm direito a retirar o valor de R$ 880 os trabalhadores que estiverem cadastrados no PIS 2016 há pelo menos cinco anos (desde 2011) e que tenham recebido, em média, um rendimento equivalente a dois salários mínimos mensais – (R$ 1.448) durante o ano de 2014, e que tenham estado empregados no mesmo ano com carteira assinada por pelo menos 30  dias.

Dos 23 milhões de brasileiros que têm direito ao recebimento do PIS / Pasep 2015 – 2017, apenas 21 milhões sacaram o dinheiro. Os três estados com o maior número de trabalhadores que ainda não sacaram o benefício referente ao calendário são Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.

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O benefício do PIS 2016-2017 é pago aos trabalhadores de empresas privadas que estiveram registrados com carteira de trabalho assinada, que devem sacar o benefício na Caixa Econômica Federal. Já o Pasep é pago aos funcionários públicos, que recebem os valores pelo Banco do Brasil.

Quem tiver alguma dívida sobre o benefício pode ligar para a Central de Atendimento do Trabalhador pelo número 158 ou, ainda, procurar diretamente a agência da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil mais próxima da sua casa. #Crise econômica