Nesse mês, um novo atentado de terror chamou a atenção de todo mundo. Um homem que diz ser ligado ao Estado Islâmico matou 49 pessoas em uma boate em Orlando, na Flórida, Estados Unidos. De acordo com uma reportagem publicada pela Veja, o Brasil não estaria a salvo de ataques parecidos. Documentos que vazaram da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) mostram que investigadores tem evidente que um ataque terrorista no país nunca foi tão provável de acontecer. O relatório foi enviado apenas para o primeiro escalão da Abin e setores responsáveis pela segurança da Olimpíada do Rio de Janeiro. 

O documento traz informações importantes sobre como agem os terrorista na chamada internet 3.0.

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A facilidade de comunicação tem ajudado o crime acrescer. Além disso, muita gente acredita que na internet o crime passará impune, pois utilizam fakes. Atualmente, investigadores conseguem descobrir com facilidade o responsável por um perfil que não seja real. De acordo com a Veja, a ameaça de terrorista contra o Brasil não é mais apenas uma hipótese, mas um dado concreto. 

O Estado Islâmico não só estaria se comunicando com brasileiros, como também estaria dando respaldo financeiro para que grupos no Brasil possam atacar a qualquer momento. No ano passado, Maxime Hauchard, um dos chefes do Estado Islâmico, chegou a usar o Twitter para ameaçar concretamente o Brasil. "Vocês são o próximo alvo", disse ele no microblog de 140 caracteres. Meses depois, a Abin confirmou que a ameaça não era um alarme falso.

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O texto, segundo a agência, foi mesmo escrito pelo temido terrorista. 

Agora em maio, o grupo terrorista criou um canal em português através de um aplicativo de telefone. O objetivo é recrutar brasileiros através da propaganda religiosa, dizendo que o grupo faz uma limpeza de todos os males do mundo e que o Brasil está assolado de maus políticos. O material faz apologia à morte, crimes e traz notícias positivas do Estado Islâmico. A Abin tenta agora descobrir quem são os brasileiros que estão interessados no tema.  #Terrorismo