Mais um caso de divulgação de um vídeo de estupro coletivo choca internautas em todo o Brasil. O #Crime aconteceu na cidade de Sigefredo Pacheco, cidade localizada a 160 quilômetros da capital de Teresina, no Piauí. Esse foi o terceiro caso de estupro coletivo ocorrido no estado em menos de um mês. De acordo com informações, o crime foi descoberto depois que um vídeo e fotos do abuso sexual começaram a circular nas redes sociais, como Facebook e WhatsApp.

No vídeo do estupro coletivo é possível ver quatro homens abusando de uma garota desacordada dentro de um carro. Nas imagens, os suspeitos aparecem tocando as partes íntimas da vítima, que está desacordada e não consegue ter nenhum tipo de reação.

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De acordo com informações da Polícia Civil, a jovem tem 21 anos e saía de uma festa quando tomou um copo de bebida alcoólica, oferecido por um dos rapazes. Aí, pegou carona com os quatro suspeitos que aparecem na gravação do vídeo do estupro coletivo. Depois disso, ela afirma que não se recorda de mais nada. Ela só soube que havia sido abusada depois que uma vizinha recebeu as imagens no WhatsApp e mostrou para a garota.

Vídeo do abuso coletivo no Piauí

Nas imagens, os rapazes tocam as partes íntimas da mulher e fazem piadas sobre o crime: “amanhã tá todo mundo preso”, diz um deles. Além de imagens no carro, os suspeitos também gravaram outros dois vídeos na cama da vítima. Em um deles, um dos rapazes aparece seminu ao lado da vítima desacordada.

De acordo com a garota que aparece no vídeo do abuso coletivo, logo depois da repercussão das imagens, os suspeitos do crime a procuraram e ofereceram dinheiro para que ela não denunciasse o caso para a polícia.

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A vítima ainda teve dificuldades para denunciar o crime, pois não encontrou escrivão na delegacia da Polícia Civil do pequeno município.

Dos cinco suspeitos de participarem da gravação e divulgação do vídeo do abuso coletivo, quatro foram presos e um continua foragido. Esse último teria sido responsável pela divulgação das imagens. Todos os detidos presos confirmaram participação no crime. #Violência #Internet