Nesta sexta-feira, 17, mais um momento bizarro ocorreu na Comissão do impeachment do Senado. O Senador Lindbergh Farias, eleito pelo Partido dos Trabalhadores (PT) do Rio de Janeiro, tentava defender mais uma vez a presidente afastada Dilma Rousseff. Para isso, ele começou a usar fatos históricos, mas se enrolou um pouquinho. Para tentar criticar o presidente em exercício Michel Temer, do PMDB, o Congressista trocou o nome de um país e até o do ditador que governou esse.

Farias disse que o primeiro país onde o neoliberalismo foi utilizado foi na China, que segundo ele, teve uma gestão dura com Pinochet. Pinochet, é bem verdade, é um conhecido político, mas de um país bem distante da China.

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Ele governou o Chile durante os anos de 1974 e 1990. Nas redes sociais, muita gente brincou com o Senador que governou o município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro. "Bem que ele poderia defender que a Dilma voltasse a governar a Venezuela", disse uma seguidora do Twitter. 

O erro de Lindbergh ocorreu depois de oras da Sessão da Comissão do Impeachment. No meio da tarde, a Senadora Gleisi Hoffmann tentou cancelar os atos porque, de acordo com ela, existiam menos Congressistas no local do que o número mínimo exigido. No entanto, no local estavam cinco Senadores. O quórum para começar a sessão é de quatro pessoas. O presidente da mesa, Raimundo Lira, eleito pelo PMDB da Paraíba, acabou não aceitando o pedido da Congressista que se elegeu pelo estado do Paraná. 

Nesta quinta-feira, 16, foi a vez do advogado de Dilma, José Eduardo Cardozo, acabar sendo enrolado pela própria equipe.

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Ele fez uma agradecimento especial ao jurista 'Tomás Turbando'. Horas depois do ato falho, em entrevista ao site da 'Revista Veja', Cardozo confessou que alguém de sua equipe escreveu o nome errado. Ele, no entanto, informou que provavelmente ninguém seria punido, já que a inscrição do nome foi uma brincadeira e falta de atenção.

Veja abaixo vídeo com o ato falho cometido por Lindbergh Farias:

#Governo #PTB