Um vídeo compartilhado em redes sociais em todo o Brasil traz imagens fortíssimas e impublicáveis. Ele exibe um homem sendo torturado e esquartejado por traficantes da favela do rola, em Santa Cruz, no Rio de Janeiro. De acordo com uma reportagem do jornal carioca Extra publicada nesta quarta-feira, 22, a suspeita é que o homem morto de forma bárbara seja Rômulo Valiengo Garcia, de 25 anos. Ele aparece com a mesma camisa do vídeo que prova o #Crime em redes sociais. O vídeo teria sido gravado e compartilhado pelos próprios criminosos que realizaram o ato. O intuito seria colocar medo nos moradores da região. A Polícia não confirma as informações. 

O pai do suposto assassinado, Valdir Garcia, conversou com o Extra.

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Ele disse que ficou sabendo que o filho morreu através de moradores que viram o vídeo. De acordo com ele, uma das possíveis razões para a morte é o fato de Rômulo frequentar festas coordenadas por grupos de milicianos, que são policiais que geralmente fazem carteis de serviços em comunidades de forma ilegal, como a venda de gás ou TV a cabo não oficial, conhecida como 'gatonet'. 

O pai disse que os traficantes da comunidade poderiam saber que o filho se reunia em festas de policiais de forma fácil, já que ele publicava imagens das confraternizações através das redes sociais. A família disse ao filho para ele não ir à essas festas, mas ele não teria ouvido os parentes. "Meu filho nunca se envolveu com nada de errado, era trabalhador", explicou o paim que informou que Rômullo trabalharia no porto do Rio de Janeiro. 

A Polícia ainda não confirma que o garoto da imagem é mesmo Rômullo.

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Ele está desaparecido desde o dia 15, quando saia de casa para ir ao trabalho. O rapaz não conseguiu chegar ao local em que trabalhava e não fez mais qualquer contato com os familiares. No porto, ele trabalhava descarregando navios que chegam com produtos de outros estados e países. A família registrou o sumiço do jovem em uma delegacia de Santa Cruz. familiares confessam que estão tristes e confusos com informações desencontradas.  #Investigação Criminal