O estupro coletivo da jovem de 16 anos, que aconteceu na Zona Oeste do Rio, há alguns dias, deixou o país muito chocado e, só agora, detalhes desse #Crime perverso vieram à tona, graças a um novo vídeo que foi encontrado.

Com imagens de má qualidade, o filme mostra a jovem sendo estuprada claramente, o que levou a polícia a ter maiores detalhes do acontecido.

Raí de Souza de 22 anos é o principal personagem desse desfecho. Ele que até a alguns dias atrás estava todo feliz e despreocupado na delegacia onde foi prestar depoimento. Foi ele quem gravou o vídeo e que também fez parte do estupro.

Foi pelo celular de Raí que foram divulgadas as imagens da adolescente desacordada, nua e sendo molestada sexualmente por vários homens.

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Quando o, até então, suspeito foi se pronunciar na delegacia, ele afirmava ter destruído o seu aparelho, então neste dia, ele foi liberado dizendo ser inocente e afirmando não ter havido o estupro.

Depois de muita investigação, a polícia encontrou o aparelho, e nele, os arquivos não deixaram dúvidas alguma de que houve sim o crime.

“Já está provado o crime de estupro e o desafio da polícia era provar a extensão desse crime, quantos autores? Quem praticou?”, disse a delegada Cristiana Bento.

Com as novas provas em mãos, a polícia conseguiu montar toda a cena do crime e a cronologia dos fatos ocorridos.

Às sete horas da manhã de sábado, a jovem, Raí, Lucas Perdomo e mais uma jovem, saíram do baile funk de uma comunidade do Rio. Na tal festa, os jovens usaram bebida alcoólica e diversos tipos de drogas.

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Depois disso, os quatro foram juntos até a casa abandonada localizada no Morro do Barão. Por volta de 10 horas, Raí, Lucas e a outra menor, decidiram sair do local.

Às 11 horas, o traficante Moisés Camilo de Lucena de 28 anos, mais conhecido como “Canário”, encontra a jovem desacordada e a leva para outra residência. Lá acontece o primeiro estupro.

Segundo as evidências, a adolescente teria sido estuprada pelo menos umas duas vezes, uma no sábado pela manhã e a outra no domingo à noite, o que leva as investigações a concluir que houve um número maior de criminosos que praticaram o ato.

No domingo à noite, Raí chegou acompanhado de Rafael Duarte Belo, de 41 anos, e de um outro suspeito conhecido como “Jefinho”. Neste momento, eles filmam tudo e a jovem é estuprada pela segunda vez.

A garota só denunciou os agressores dois dias depois, quando houve a repercussão das imagens na internet e uma forte reação da população.

  #Investigação Criminal #Casos de polícia