Nesta terça-feira, 07, até mesmo Senadores experientes e acostumados com as mudanças políticas, acabaram se surpreendendo com a decisão do Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, que solicitou a prisão de quatro medalhões do PMDB. Tirando o nome do deputado federal Eduardo Cunha, os demais divulgados causaram revolta. Renan Calheiros, José Sarney e Romero Jucá foram alvos de Janot, que pediu a prisão dos peemedebistas ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Quem achou estranha a decisão do Procurador foi o Senador Magno Malta, eleito pelo PSC do Espírito Santo. Ele acusou o procurador de atuar com "dois pesos, duas medidas", lembrando dos áudios divulgados pelo ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado.

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Em seguida, o Congressista lembrou que mesmo após áudios divulgados, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não foi preso. É bom lembrar que o representante do Partido dos Trabalhadores (#PT) chegou a ter pedido de prisão preventiva solicitado, mas pelo Ministério Público do Estado de São Paulo. Depois do pedido, a presidente afastada #Dilma Rousseff o nomeou para o Ministério da Casa Civil. 

Ele também questionou o fato do mesmo tratamento não ser dado a Aloízio Mercadante e outros nomes do Partido dos Trabalhadores. Nas redes sociais, muita gente concordou com Magno Malta. Na página oficial do Congressista, muitos seguidores comentaram o atual momento político. 

"Senador, já lhe disse algumas vezes, mas não me importo repetir: o senhor tem me surpreendido muito satisfatoriamente. Sua atuação em todo esse processo tem sido exemplar.

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Parabéns por defender, com tanta clareza, os interesses do povo brasileiro que não quer ver o Brasil se transformar em uma Cuba ou Venezuela", disse uma internauta. 

"Meus parabéns Senador Magno Malta você pode falar de peito aberto destes Senhores de toga, você não tem o que temer, mas eles tem o rabo preso com o Lula, Dilma e cia. por isso não podem pedir a prisão dos componentes da quadrilha do PT", completou outro seguidor.

Veja abaixo o vídeo com a declaração polêmica do Senador: