Nesta segunda-feira, 27, a Comissão do Impeachment que apura os crimes de responsabilidade supostamente cometidos pela presidente afastada Dilma Rousseff precisou ser suspensa por conta de um apagão. Como a Blasting News noticiou, a falta de luz virou alvo de brincadeiras de servidores. Um chegou a pedir, segundo uma fonte, que todos tivessem cuidado com "as carteiras". Tudo muito por conta a diversas operações deflagradas pela Polícia Federal que envolvem políticos em roubos que atingem toda a população brasileira.

Antes das luzes se apagarem, no entanto, o Senador Magno Malta, do Partido da República do Espírito Santo, acabou quebrando mais uma vez a "pose" dos representantes do Partido dos Trabalhadores (#PT).

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A tropa de choque de Dilma alega que o presidente em exercício Michel Temer, do PMDB, quer retirar os direitos dos pobres. O Senador Lindbergh Farias, eleito pelo PT do Rio de Janeiro, chegou a pedir que Temer taxasse as grandes fortunas. 

Magno Malta então lembrou que o PT está há 14 anos no governo, mas que não quis discutir ou fazer isso. Para o Congressista, não fizeram isso porque eram amigos de grandes empresários e metidos em tramoias. Malta chega a chamar os empresários de "comparsas" dos petistas. Ele cita o esquema de corrupção envolvendo a principal estatal brasileira, a Petrobrás, e a investigação da Lava Jato, que já identificou irregularidades em empreiteiras como a Queiroz Galvão, a Odebrecht e a OAS. 

“Tiveram 13 anos para taxar grandes fortunas, mas… como é que vão taxar os amigos?”, bradou o político contra os colegas, que ficaram mais uma vez impressionados com a fala dele.

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Ele ainda questionou se os Senadores do PT realmente sabem o que é ser pobre. Magno revelou então que teve uma infância com poucos recursos, sendo filho de faxineira no interior da Bahia. 

Malta ainda decidiu rebater as alegações dos petistas, que disseram que a perícia do Senado diria que a presidente não cometeu crimes. "Vocês ainda vão chorar lágrimas de sangue", avisou ele.

Veja abaixo o discurso do Senador que viralizou em toda a internet brasileira:

#Impeachment