O Senador Waldemir Moka, eleito pelo PMDB do Mato Grosso do Sul, decidiu usar a Comissão do #Impeachment do Senado desta segunda-feira, 21, para ressaltar que para ele a presidente afastada Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT), realmente cometeu o crime de responsabilidade fiscal. "Assim como os demais Senadores, eu não me sinto apoiando qualquer golpe porque, na verdade, quem levou o grande golpe foi o povo brasileiro", falou Waldemir Moka citando o discurso de marketing usado pela legenda da presidente afastada. 

Um dos momentos curiosos da fala de Waldemir foi quando ele chamou a presidente de "prefeita".

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O erro foi justificado porque a sessão se estendeu até o fim da noite. Isso porque o Partido dos Trabalhadores acaba procrastinando as oitivas, levando o cansaço de todos, até mesmo deles. O Senador explicou como Dilma teria cometido crimes contra todos os brasileiros. Ele disse que ela pegou empréstimos com bancos e fingia que tudo era pago, já que o governo é o controlador dos bancos federais

A iniciativa, segundo o Senador, seria para fins eleitoreiros, já que em 2014 a presidente afastada brigada pela sua reeleição. A campanha daquele ano foi marcada pelo marketing do medo, seja de que o povo passaria fosse se o PT saísse do governo ou que Marina Silva não teria condições de governar por falta de base aliada. 

O Congressista enfatizou, no entanto, que os crimes de responsabilidade de Dilma não seria suficiente para levar à sua deposição.

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Para ele, a insatisfação popular é o maior fator do processo de impedimento contra a petista. Ele citou o fato de oito milhões de pessoas terem ido às ruas indignadas. Isso porque meses antes da campanha a presidente fez o chamado "pacote de bondades", como abaixar o preço da tarifa de energia elétrica, mas que bastou vencer o pleito para até elevar os valores comparados aos preços anteriores ao abatimento. No dia 31 de julho, novas manifestações estão previstas em todo o país. 

Veja o vídeo explicando quais seriam os crimes de responsabilidade fiscal cometidos por Dilma:

#Lula #Dilma Rousseff