Na manhã desta quinta-feira, 23, o clima era de comoção na vizinhança onde mora a Senadora Gleisi Hoffmann, do Partido dos Trabalhadores (PT). A petista mora em um apartamento da grande Curitiba, no Paraná. O marido dela e também o advogado foram presos durante a etapa de número 31 da Operação #Lava Jato, nomeada como 'Custo Brasil'. Guilherme Gonçalves, advogado da campanha de Gleisi Hoffmann, também foi preso, assim como o marido dela, o ex-Ministro do Planejamento, Paulo Bernardo.

De acordo com informações do site 'Gazeta do Povo' e também através de um vídeo que a Blasting News teve acesso é possível ouvir os vizinhos de Gleisi aplaudindo a ação dos agentes federais.

Publicidade
Publicidade

"Bravo, bravo", grita um deles quando um dos veículos deixa o bairro de Água Verde, onde fica o apartamento da petista. Ainda raiava o dia quando a informação sobre o pedido de prisão contra o ex-Ministro começou a ser repercutida na imprensa. Os investigadores ficaram cerca de seis horas dentro da residência do canal. 

A Senadora, diferente do que chegou a ser publicado, não estava no local no momento da prisão. Ela está em Brasília acompanhando a Comissão do Impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff. No entanto, computadores, pen drives e documentos foram apreendidos no apartamento de Curitiba da Senadora. Ela não é alvo desta etapa da investigação, como informou mais cedo o site da revista Veja. Para que houvesse qualquer investigação contra a Congressista seria necessário uma aprovação do Supremo Tribunal Federal (STF).

Publicidade

Isso porque ela tem foro privilegiado. 

Paulo Bernardo foi preso acusado de ser um dos nomes que teria desviado pelo menos R$ 100 milhões em um esquema envolvendo produtos de informática. Um jornalista que defende o Partido dos Trabalhadores prestou depoimentos aos agentes. Suspeita-se que ele possa ter recebido uma parte da propina desviada para compartilhar informações positivas sobre Dilma. Ele nega a informação.

Veja abaixo o vídeo que mostra o momento em que os vizinhos aplaudem a prisão:

#PT