A presidente afastada, Dilma Rousseff, passou por maus momentos na tarde desta quinta-feira, 09, quando passou pela cidade de Campinas, em São Paulo. A representante do Partido dos Trabalhadores (PT) foi vítima de uma grande #Manifestação feita por moradores da região. Ela teve um encontro com cientistas e estudiosos da casa de um físico conhecido do chamado CNPEM. A visita de Dilma ao local passou praticamente batida para os manifestantes, que até mandaram a presidente afastada tomar naquele lugar. Alguns preferiram mostrar o dedo do meio para o comboio da política. 

Mas as vaias estavam longe de acabar. Mesmo tendo um forte esquema de segurança, que evitou ao máximo que ela fosse exposta ao povo, onde Rousseff ia ela ia vaiada.

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Em carros escuros e evitando mostrar o rosto, a companheira política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não conseguiu esconder o rosto dos moradores de Campinas. Felizmente, a situação terminou sem conflito. 

No entanto, chamou a atenção a presença de uma avó. Aos 90 anos de idade, Lurdes Maria estava no local usando cadeira de rodas. "Essa mulher desonrou todas as mulheres do país. Eu recebo aposentadoria e não consigo nem pagar meus próprios remédios. Por sorte, tenho uma família para me ajudar", disse a senhora revoltada. De acordo com uma reportagem do UOL, outra senhora também estava no local. Essa, no entanto, era a favor da petista e disse que o impeachment era um "golpe".

Um vídeo publicado pelo UOL mostra claramente um comboio com os carros da equipe de Dilma passando. O povo grita "Fora" e levanta o dedo do meio, dando sempre uma olhadinha para saber em qual carro estava a presidente afastada.

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Sabendo que enfrenta rejeição recorde, a política evita ao máximo eventos que possam ter algum risco. Por isso, ela costuma participar apenas de debates e estar em palanques que sejam os mais favoráveis possíveis à ela. 

A proibição de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) para o uso da petista preocupou ela e sua equipe. Isso porque ela teria que usar aeronaves de carreira e ter que lidar com os eleitores, que não andam muito satisfeitos.  #Dilma Rousseff