O jornalismo da TV Record se encontrou com o empresário brasileiro, Alexandre Correa, que demonstrou sua total indignação em saber que, mesmo com a Polícia Civil entendendo que não houve #Crime na defesa de Gustavo Correa e sugerindo o arquivamento do inquérito, um promotor decidiu denunciá-lo.

Alexandre ainda disse que sua maior vontade é pegar sua família e ir embora do país para ter mais segurança e poder esquecer essa fase ruim de suas vidas, mas que não o faz, pois tem 150 funcionários que dependem dele. Além disso, após a decisão do promotor Francisco de Assis Santiago, do 2º Tribunal do Júri do Fórum Lafayette, em BH, Alexandre vê a necessidade de ficar no Brasil e apoiar Gustavo no que for preciso.

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A partir de agora, a família lutará para provar a inocência de Gustavo junto à justiça mineira. Embora as circunstâncias apontem para a absolvição de Correa, o promotor do caso seguirá adiante com a tese de culpa.

O primeiro pronunciamento na TV

Nesse domingo, 10, o jornalismo da TV Record conseguiu entrevistar também as outras duas vítimas de Rodrigo Augusto de Pádua: Giovana Oliveira e a apresentadora Ana Hickmann.

Giovana falou do susto que passou após ser alvejada pelo homem que tentou matá-la e afirmou que todos os dias se lembra do drama que viveu. A moça, que é esposa de Gustavo, precisou passar por várias cirurgias, ficou com uma bala alojada na perna e carregará várias cicatrizes pelo resto da vida.

Ana, sob lágrimas, compartilhou da mesma dor da cunhada e foi objetiva: ‘Se não fosse o Gustavo, todos nós estaríamos mortos!’.

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A ação criminosa

Rodrigo se dizia fã da apresentadora da TV Record e foi encontrá-la disposto a matá-la. Rendeu Gustavo no corredor do hotel para que ele o levasse até o quarto da apresentadora, que se encontrava com a cunhada.

Lá dentro, sob palavras de baixo calão, a humilhou e a ameaçou de morte. Quanto se preparava para atirar em Ana, Giovana foi atingida e Gustavo, para defendê-las, começou a lutar com Rodrigo, a fim de tirar a arma dele. As duas correram e foram amparadas por outras pessoas no corredor. Rodrigo foi atingido por um tiro e veio a óbito no local.

A Polícia Civil reconheceu legitima defesa no ato e descobriu que Rodrigo era obcecado por Ana há muito tempo, possuindo diversas publicações na internet que demonstravam seu comportamento. A polícia também reconheceu que a atitude de Gustavo não só salvou a vida dele, mas foi essencial para que a vítima, já ferida, e Ana não tivessem um fim trágico. #Violência #Casos de polícia