Ana Hickmann decidiu quebrar o silêncio e chorou em desabafo na noite deste domingo, 10. Ela deu uma entrevista ao 'Domingo Espetacular', da TV Record, em que comenta uma decisão do Ministério Público de Minas Gerais. A instituição decidiu nessa semana denunciar o cunhado da modelo, Gustavo Correa. Ele é acusado pelo órgão de homicídio pela morte de Rodrigo de Pádua, fã que invadiu o quarto de Ana Hickmann, quando ela esteve em um hotel da capital mineira, Belo Horizonte.

Para Ana, Gustavo é um herói e não um criminoso. Graças a ele, a contratada da Record e sua assessora, Giovanna, sobreviveram ao ataque chocante. Armado, Rodrigo fez o cunhado de Hickmann refém e chegou a dar tiros no quarto da comunicadora, o que fez o irmão do marido da famosa tomar uma decisão e entrar em uma briga corporal.

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O homem foi morto com três tiros, dois deles na nuca. Para a promotoria, o local dos tiros evidenciaria que o cunhado da modelo tinha chances de apenas segurar o fã enlouquecido.

"Que homem em sã consciência vendo a família ser alvejada não ia fazer isso? Ele ia ver de camarote todo mundo morrer? E agora nós somos culpados", questionou Ana Hickmann aos prantos. De acordo com a profissional das passarelas, o fã continuou a atirar e não pararia até o cunhado tomar uma atitude. Ela lembra que Rodrigo ficou o tempo todo com uma arma nas mãos. Segundo a comandante do 'Hoje em Dia', os momentos foram tão tensos que ela chegou a ter certeza que iria morrer. 

A modelo deu mais detalhes do dia de tensão, dizendo que o fã chegou a fazer roleta russa com ela. Além disso, ele a xingava o tempo todo, acreditando que tinha uma relação de amor com sua musa.

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Alexandre Correa, irmão de Gustavo e marido de Ana, condenou o fato do parente agora ser o acusado da história.  Para ele, estão querendo enlouquecer sua família. Ele diz que seu irmão é um homem de bem e que trabalha desde sempre. Para Alexandre, o sequestrador de sua esposa era um psicopata e a decisão da Justiça é um verdadeiro absurdo. Internautas apoiaram a família da comunicadora refém.  #Crime #Investigação Criminal