Após um momento "vaselina", quando o Senador Romário Farias, do PSB do Rio de Janeiro, parecia estar em cima do muro durante o processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT), os números de pesquisas internas não seriam tão favoráveis para o "baixinho" disputar a prefeitura carioca. De acordo com a Coluna Radar, da Revista Veja, em nota publicada nesta terça-feira, 19, Romário estaria até inclinado em desistir de tentar ser prefeito do Rio de Janeiro. Um dos motivos é que sua possível candidatura não provocou o barulho esperado pelo partido. Quando disputou o Senado, Romário foi uma espécie de fenômeno e venceu com grande vantagem seus adversários. 

Curiosamente, Romário agora estaria inclinado em dar apoio a outro ex-Senador, Marcelo Crivella, que chegou a tentar o cargo de governador, mas perdeu para Luiz Fernando Pezão, agora afastado por conta de um tratamento contra o câncer.

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Pezão chegou a mostrar em seus problemas eleitorais até uma polêmica reportagem do 'Jornal Nacional' que mostrava Edir Macedo, bispo da mesma igreja de Crivella, a Universal do Reino de Deus, ensinando aos pastores como conseguir ainda mais ofertas. Ele ainda insinuou diversas vezes que Crivella governaria para a igreja evangélica e não para o estado.

O PSB agora estaria inclinado em indicar um vice para a chapa de Crivella à prefeitura. Não há nenhum nome favorito no Rio de Janeiro. Até então, o de Romário era visto como o mais forte. A coluna da Veja lembra que Romário é uma personalidade imprevisível e que tudo pode acontecer. Ele chegou a negar que não tinha qualquer vontade de concorrer agora ao cargo de prefeito. Depois disso, o seu nome voltou a ser cogitado.

Atitude parecida aconteceu após a votação do afastamento da presidente Dilma.

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Romário que votou contra Rousseff disse que poderia mudar seu voto. A repercussão foi muito negativa. Através do Senador Magno Malta, o eterno "baixinho" do futebol voltou atrás e confirmou que não "faria gol contra".  #Governo #Eleições 2016