Nas redes sociais, um atleta estrangeiro de Jiu Jitsu chamado Jay Lee, afirma ter sido sequestrado na cidade sede das Olimpíadas, Rio de Janeiro. O estrangeiro nasceu na Nova Zelândia, porém, mora no Brasil há mais de um ano. Sua intenção foi vir para o Brasil para se aperfeiçoar no Jiu Jitsu, esporte em que o Brasil é visto como referência mundial. 

No mês de fevereiro deste ano, Jay Lee contou como está sendo a experiência de morar em um país tropical e explicou o que seria o chamado "sequestro relâmpago". Na entrevista a um site de Nova Zelândia, "NZHerald", o atleta relatou que é quando uma vítima é sequestrada e levada a caixas eletrônicos e bancos para sacar todo seu dinheiro guardado.

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É um sequestro de pequeno prazo e comum em grandes metrópoles do Brasil, como São Paulo e Rio de Janeiro. O atleta havia até alertado as pessoas a utilizarem caixas eletrônicos durante o dia e em locais públicos, para evitar qualquer tipo de problema.

Sequestro relâmpago

Jay Lee afirmou que foi raptado por um policial fardado que utilizava armas e o uniforme completo de sua profissão. No relato, o atleta diz ter sido obrigado a entrar no carro e ir a dois caixas eletrônicos da cidade para retirar um alto valor de dinheiro, caso recusasse, os policiais ameaçaram levá-lo à prisão. Jay Lee diz que é algo "deprimente" e considera isso um absurdo com os estrangeiros, pois estão muito perto dos Jogos Olímpicos do Rio, o que demonstra total insegurança para se instalar na conhecida "cidade maravilhosa", Jay Lee aponta que é péssimo para os brasileiros viverem em uma sociedade tão perigosa, violenta e que atura esse "caos" diariamente.

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A Delegacia de Turismo registrou a ocorrência, e a assessoria de comunicação da Polícia Militar do Rio de Janeiro falou com jornal "Uol Esportes", dizendo que o caso será apurado. Deve-se observar que todo policial tem seu nome revelado no uniforme de polícia que está fixado, e que isso tem que ser observado para a apuração de quaisquer deslizes de conduta, enfatiza a Polícia Militar do Rio.  #Rio2016 #Casos de polícia #Taça Olímpica