O pastor Felipe Garcia Heiderich, que era casado com a missionária Bianca Toledo, continua preso em Bangu, após acusações de pedofilia. Nesta quarta-feira (6), o Senador Magno Malta confirmou a denúncia, feita pela mãe da vítima em sua rede social, durante a madrugada (veja aqui). Na mesma data, o advogado de Felipe G. Heiderich usou a rede social do pastor preso para dizer que o seu cliente é inocente.

No texto escrito no Facebook, ele disse que todas as acusações são falsas e que a investigação da polícia vai esclarecer a verdade. O advogado pediu para que os seguidores de Felipe Heiderich orem por ele.

O profissional conversou também com o site Ego e contou que seu cliente está calmo e foi colocado em cela individual.

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De acordo com a postagem, o pedido de habeas corpus feito pela defesa do marido de Bianca Toledo foi negado pela desembargadora Maria Sandra Kayat, da 1ª Câmara Criminal. A defesa não tentará outro.

A denúncia de suposta pedofilia foi feita pela pastora Bianca Toledo. De acordo com as informações, Felipe Heiderich abusava do seu enteado na residência do casal, quando a mãe saía. O suposto #Crime aconteceria na Zona Oeste do Rio de Janeiro, no Recreio dos Bandeirantes. O caso está sendo acompanhado pela Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV).

A prisão temporária foi decretada por trinta dias. O pedido de prisão foi feito baseado em provas reunidas até o momento.

Bianca Toledo agradece Magno Malta

Durante plenário em Brasília, o senador Magno Malta (PR-ES) falou sobre o crime e contou que foi Bianca quem descobriu que o menino de cinco anos estaria sendo abusado.

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Segundo ele, o acusado chegou a ser internado, após tentar se matar, e agora permanece preso.

Em sua página do Facebook, Bianca Toledo agradeceu o apoio de Magno Malta e disse que ele teve acesso a provas, por ser amigo da família. Ela ainda disse que Felipe era o amor da vida dela, mas que descobriu que amou um personagem.

Veja o agradecimento feito por Bianca Toledo para Magno Malta em seu Facebook:

#Investigação Criminal #Casos de polícia