Uma informação prestada pelo irmão do goleiro Bruno esta semana pode fazer com que as buscas pelos restos mortais da modelo Eliza Samudio sejam retomadas pela Polícia Civil de Minas Gerais. Rodrigo Fernandes das Dores de Souza, de 27 anos, irmão de Bruno, declarou à Polícia do Piauí, onde se encontra preso por estupro, que os restos mortais de Eliza estariam enterrados em uma cidade do interior de Minas Gerais, que teria presenciado a morte e ocultação de cadáver da mesma, mas não mencionou em qual cidade seria exatamente.

A Polícia Civil de Minas Gerais informou que aguardará um novo depoimento de Rodrigo para decidir se iniciará ou não novas buscas pelo corpo de Eliza, visto que ele ainda não forneceu nenhuma informação concreta sobre o caso.

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O teor do depoimento do irmão de Bruno está sendo analisado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, que já apurava as denúncias feitas pela modelo contra o ex-goleiro um ano antes de desaparecer. 

O ex-goleiro continua preso em Minas Gerais, onde foi condenado há 22 anos de prisão pela morte e ocultação de cadáver de sua ex-namorada, #Crime esse ocorrido em 2010. Além do goleiro, outras sete pessoas foram presas pelo crime contra a modelo. Desde então, a Polícia realizou buscas em vários lugares tentando encontrar o corpo da moça. Foram averiguados quatro pontos diferentes de Belo Horizonte, além do sítio do jogador na cidade de Esmeraldas, onde Eliza foi vista pela última vez, e também na cidade de Vespasiano, na região metropolitana de Belo Horizonte. 

Rodrigo, irmão de Bruno

Rodrigo se encontra preso no Centro de Detenção Provisória, que fica a 42 km de Teresina, no Piauí, desde 2015.

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Ele foi preso em flagrante pelo estupro de uma menor na zona sudeste da cidade. Além disso já haviam quatro inquéritos abertos contra ele por violência sexual. Rodrigo foi reconhecido e apontado por seis vítimas como sendo o responsável pelas agressões. 

Rodrigo já havia sido preso no ano de 2013, após denúncia de estupro em Teresina, passou oito meses preso e sete respondendo em liberdade, mas foi considerado inocente em 2014 por faltas de provas contra o crime. Ele informou também a respeito de outras duas pessoas que estariam envolvidas no crime contra Eliza, mas que só prestará mais informações se for inserido em programa de proteção à testemunha. #Investigação Criminal #Casos de polícia