Nesta semana, o Brasil sentiu pela primeira vez o que é ser um possível alvo de #Terrorismo no mundo. Dez pessoas foram presas e duas ficaram foragidas em uma Operação chamada de 'Hashtag' e deflagrada pela Polícia Federal. Por enquanto, todas elas são apenas suspeitas de planejar um crime contra os jogos olímpicos, no Rio de Janeiro. Dos dois foragidos, um deles se entregou na sexta-feira, 22, no Mato Grosso do Sul. O caso é tido como extremamente improvável. Isso porque terroristas não costumam se entregar  à Polícia. Eles realizam ações que muitas vezes atentam contra as próprias vidas. O suspeito sumido e que se entregou criava galinhas. 

Ele foi preso por se comunicar através de um aplicativo de telefone, o Telegram, com pessoas , com o Estado Islâmico.

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Novamente reiteramos que ele é um suspeito. Ou seja, não é possível dizer que ele realmente fosse realizar algo que fosse capaz de matar diversas pessoas durante a Olimpíada. O suspeito se entregou na cidade de Santíssima Trindade, município que fica bem perto da fronteira com o Paraguai. Após se entregar, o homem foi levado para um presídio de segurança máxima na região. A prisão aconteceu porque ele foi enquadrado na lei antiterror. No entanto, juristas divergem bastante sobre a validade dessas prisões. Além do criador de galinhas, havia um professor entre o s presos. 

O cuidado com os prisioneiros é tão grande que eles sequer poderão sair da cela, por exemplo, para tomar banho de sol. Essa é praticamente uma exigência dos Direitos Humanos para a saúde. Os agentes federais garantem que na cela dos presos existe espaço para o banho de sol.

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A ação contra o terrorismo no Brasil chamou a atenção de todo o planeta por ser algo recente, muito novo e até então nunca aplicada. A mídia internacional questiona se essas pessoas realmente teriam algum preparo para as ações.

O mesmo comentário acabou sendo feito oficialmente por Ministros, como o da Justiça, Alexandre de Moraes, que disse que o grupo era muito amador e que não se conhecia pessoalmente.  #Ataque Terrorista