Nesta terça-feira, 05, os trabalhos voltaram  a ser realizados na Comissão do Impeachment. Só para variar, novos momentos curiosos aconteceram. Um deles mostrou o Senador favorável ao impeachment, Magno Malta, eleito pelo Partido da República do Espírito Santo (ES). Ele tentou dar um tempo extra para a Congressista Vanessa Grazziotin, que discorda de que a presidente afastada Dilma Rousseff mereça ser afastada. Segundos antes, a Senadora Comunista tinha "chorado" ao pedir mais tempo para falar e insinuou que as coisas não estava justas para quem defende Dilma. 

Magno Malta então decidiu ceder parte de seu tempo de fala à senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB).

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Ele, no entanto, não teve tanto sucesso nesse gesto de generosidade curioso. Após ser barrado, o Congressista conhecido pelos seus momentos memoráveis da Comissão do impeachment fez piada em torno do assunto. “Vanessa, não deu, comadi”, disse ele com um sorrido no rosto. Nesta Terça, quem presidiu a sessão foi a senadora Ana Amélia (PP-RS).

No momento em que Ana substituía Raimundo Lira, ela citou que as regras da Comissão não poderiam ser desvirtuadas e que ela não fugiria delas enquanto o presidente interina da sessão. Magno Malta então continuou brincalhão com a situação. “Dê a ela um minuto, dê. A senhora tá muito dura. Há momentos na vida em que a graça precisa ser maior do que a lei, eles estão em desvantagem”, comentou ele sobre o fato dos Congressistas que defendem Dilma terem uma derrota atrás da outra. 

 “Aqui Deus está apenas nos olhando, não se trata de fazer graça, senador”, disse Ana Amélia parecendo não gostar muito no que estava acontecendo por ali.

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Magno Malta não se deu por vencido e continuou: “Foi a orientação que eu recebi da parte dele, de ser misericordioso”. Segundo Ana Amélia, ela não poderia falar em nome do todo poderoso, mas apenas usando a Constituição. Enquanto isso, a Senadora Comunista ficou olhando tudo com feições de chateada. 

Nesta terça, o #PT teve mais uma derrota. Suas contas foram bloqueadas pela Justiça durante a Operação 'Custo Brasil'. Ao todo, mais de R$ 102 milhões.  #Dilma Rousseff