Os cariocas convivem com os militares nas ruas e o nível de criminalidade já cai onde os homens do Exército, Marinha e Aeronáutica estão. De acordo com uma reportagem do jornal 'O Globo' publicada nesta segunda-feira, 25, ao todo, 22 mil militares estão nas ruas. Eles se juntam à Força de Segurança Nacional, Polícia Militar, Bombeiros e outros no maior esquema de segurança à uma cidade brasileira na história. Os moradores de bairros nobres e até da periferia sentem as mudanças e aprovam a chegada dos militares. O jornal diz que registrou jovens acenando em sinal de apoio aos soldados. Eles devolveram os sinais, sinalizando a concordância com o trabalho tão importante.

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Mas quem disse que os cariocas querem só os militares para os jogos? Nem pensar! Até mesmo a Justiça já pediu que eles continuem na cidade, pelo menos até as eleições municipais. Municípios da Baixada Fluminense, por exemplo, são conhecidos pela violência contra eleitores e candidatos nesse período. Mesmo meses antes do pleito, diversos candidatos apareceram mortos. Pelo menos uma dezena deles tentaria vagas como a de vereador e prefeito. Pensando nisso, muitos moradores debatem nas redes sociais o que chamam de uma "intervenção pacífica e democrática dos militares". 

Pedido especial feito através da internet

Um dos grupos no Facebook que defende essa estratégia, por exemplo, diz em sua definição que o ideal é que os soldados ajudem diariamente os policiais  em pontos violentos.

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Dessa maneira, haveria medo dos bandidos em realizar ações criminosas. "Por favor, fiquem conosco. É muito bom me sentir segura ao andar pelas ruas. Já fui assaltada três vezes e hoje ando sem nada, mas mesmo assim por ser mulher sou uma presa fácil da bandidagem", disse uma moradora da região de Deodoro, que no fim de semana registrou uma das primeiras prisões no sistema de trens da cidade.

Um vídeo comemorado na internet mostra o momento em que um suposto assaltante é detido. Ele chega a tentar fugir dos soldados, mas não consegue.  #Governo #Crime