O caso de abuso veio à tona no final de junho, quando a mãe de uma adolescente de 14 anos de idade descobriu que sua filha estava sendo estuprada pelo próprio companheiro, o pai da garota. De acordo com a mãe, ela conta que começou a notar um comportamento estranho na filha desde o início de junho. Foi então que, após um ''bate papo''com a filha, a mulher chegou a conclusão de que a menina demonstrava certo receio em se relacionar com homens. Ainda de acordo com o depoimento da mãe, ela conta que certo dia resolveu bisbilhotar a agenda da filha, foi quando descobriu que a menina era vítima de abuso sexual. Tais relatos eram descritos através de desenhos.

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Indignada com a situação, a mulher resolveu denunciar o caso na Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica). Foi onde a delegada responsável resolveu abriu inquérito para investigar o ocorrido. Em seu depoimento no departamento psicossocial da Deddica, a garota relatou que era abusada com frequência pelo pai, desde seus 9 anos de idade. Ainda de acordo com o relato da adolescente, seu agressor costumava fazer carinho em suas partes intimas dizendo as seguintes palavras. '' Deixa o papai botar a mão aqui''. ''Senta no colo do pai''. ''Como você é linda''. Segundo a garota, essas cenas não saem de sua cabeça e foram registradas por meio de desenhos.

Os desenhos em forma de relato surpreenderam até mesmos os profissionais da área.

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De acordo com a delegada que investiga o caso, o inquérito da policia será concluído na próxima semana. O pai da menina será indiciado sobre a acusação de ''estupro de vulnerável''. Em seu depoimento na última sexta-feira (15), io indiciado, que atua como advogado, nega que teria praticado tal #Crime e permanece detido temporariamente até a conclusão do caso. Para a polícia, o depoimento da vítima é muito convincente, através de seus desenhos é possível perceber como os abusos aconteciam. A delegada cita que tais desenhos representam a dor e o sofrimento que a menina teve que superar em silêncio durante os últimos seis anos. #Curiosidades #Casos de polícia