A presidente afastada Dilma Rousseff continua a irritar eleitores brasileiros. Nas redes  sociais, muitos deles ficaram furiosos por conta de uma declaração dada por ela na manhã desta quinta-feira, 21, quando deu uma entrevista para uma rádio. Na ocasião, ela disse que o processo de impeachment era mais difícil que o câncer, uma doença que pode gerar a morte. Brasileiros não perdoaram e pelas redes sociais questionaram quando seria à morte da petista, fazendo uma referência ao fim do mandato que pode ocorrer já no mês que vem, caso o Senado assim decida. "Quando será o enterro? Me convide! Quero ver de camarote o fim da corja do PT", disse um internauta revoltado. 

Na entrevista, Dilma também comparou o processo de impeachment à ditadura, garantindo que jamais teve tanta dificuldade.

Publicidade
Publicidade

Ela ainda diz que está sendo julgada por algo que não cometeu um crime e que por isso fala que o processo que pode levar à sua deposição é um "golpe parlamentar". "Agora te digo o seguinte: em nenhuma dessas vezes eu senti tamanha dificuldade como agora", disse ela na transmissão ao vivo para a rádio Pampa, no Rio Grande do Sul. 

É bom lembrar que a doença de Dilma mobilizou a atenção da imprensa em 2009. Isso porque ela já era tida como uma possível sucessora do ex-presidente Luiz Inácio #Lula da Silva por conta do protagonismo no Ministério da Casa Civil. Já na época da ditadura, Dilma chegou a ser presa por pertencer a grupos clandestinos. Ela alega ser torturada pelo Coronel Brilhante Ustra. 

Exercícios e a previsão do impedimento

Para muita gente, a comparação de Dilma foi infeliz, especialmente por conta da doença, que é algo que ninguém tem qualquer controle.

Publicidade

Justamente para evitar novas doenças, a representante do Partido dos Trabalhadores (PT) tem se exercitado diariamente. Ela está visivelmente mais magra, mas não esconde a preocupação com o processo de impeachment, cuja votação pode ocorrer já no mês que vem. No fim do mês que vem, os Senadores devem decretar o destino da petista.  #Dilma Rousseff