Nem mesmo a presidente afastada Dilma Rousseff estaria aguentando o processo de impeachment que parecer não ter fim. De acordo com uma matéria publicada nesta segunda-feira, 18, pelo UOL, a defesa da representante do Partido dos Trabalhadores,  o PT,  tenta uma curiosa negociação para evitar que o processo no Senado se postergue ainda mais e atrapalhe os trabalhos dos Congressistas neste segundo semestre. Por isso, o advogado geral da União,  José Eduardo Cardozo, quem diria, tenta agora um acordo com Janaína Paschoal, uma das juristas mais eloquentes durante o processo de impedimento.  Caso as duas partes aceitem a proposta,  a saída de Dilma não tardaria tanto a acontecer.

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 O Acordo também teria necessidade de ser aceito por Ricardo Lewandowaki, Ministro do Supremo Tribunal Federal, STF, que preside todo o julgamento da petista.

Ate então, a equipe que defendia Dilma, incluindo importantes Senadores, fazia justamente o contrário no Senado. Nomes como Lindbergh Farias e Gleisi Hoffmann fizeram o máximo pela procrastinação do julgamento,  que chega agora aos jogos olímpicos do Rio de Janeiro, chamando ainda mais atenção de todo o mundo. Eles usaram de todo o discurso possível para isso, como os gritos e os famosos pedidos de ordem em sessões que demoraram horas. O ato contra a petista entrou para a história. Recentemente, em entrevista ao site 'Diário do Poder', a advogada Janaína Paschoal comentou a enorme demora do impeachment da petista e lembrou que a ação contra Fernando Collor de Mello, aconteceu bem mais rapidamente. 

Não é a primeira vez que jornalistas dão conta que Dilma estaria desistindo de defender ela mesma.

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A Coluna Esplanada, do jornal 'O Dia', chegou a dizer que a petista estaria mais preocupada com a própria saúde do que com o processo de impedimento em si. Ela estaria malhando bastante e até ouvindo a cantora americana Beyoncé. Oficialmente, Rousseff não só nega que vai desistir de se defender, como também garante que acredita ter chances de virar o processo. Será?  #Dilma Rousseff