Sabe aquela história de amor digna de contos de fadas, onde a princesa encontra seu lindo príncipe e acredita que será feliz para sempre? Pois é, para Thaysa Vilas Boas, as coisas não ocorreram dessa maneira.

A jovem que tem 22 anos e aguardava ansiosamente a chegada de seu bebê, precisou ser submetida a um parto de emergência depois de ser vítima de um projétil que atingiu sua cabeça. A suspeita é que seu companheiro tenha disparado contra ela. O rapaz, suspeito de cometer o #Crime, foi identificado como Renato Umbelino da Rocha, de 23 anos. Ele é o pai da menina que a jovem estava esperando.

De acordo com informação da Polícia Civil, Thaysa registrou vários boletins de ocorrências por motivos de agressão e ameaças, porém, nenhuma das vezes, a jovem quis dar continuidade ao processo contra o seu companheiro.

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Amigos do casal disseram que, aparentemente, eles não demonstravam ter algum problema e ele estava ajudando a comprar o enxoval do bebê.

O suspeito foi conduzido à delegacia para averiguação da ocorrência. Depois de prestar depoimento, Renato foi liberado. Segundo a Polícia Civil, Renato tem passagem na polícia por envolvimento com tráfico de entorpecentes e receptação. Ainda não foi esclarecido o motivo do crime. Ninguém se apresentou para testemunhar sobre a ocorrência e Renato foi liberado por não haver provas contra ele.

O caso aconteceu na tarde desta segunda-feira (11), em Tapejara, no estado do Paraná. A jovem foi encaminhada para o hospital em Umuarama, onde a equipe médica precisou fazer uma intervenção cirúrgica para retirar a criança. De acordo com informações do  boletim médico, Thaysa está em estado de coma e respira através de aparelhos e seu estado é considerado grave.

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Familiares da vítima disseram que o estado clínico da moça é considerado complicado, no entanto, a bebê está bem.

Além dos esforços, de toda equipe médica em conseguir salvar a vida da jovem e da criança, o caso provocou uma comoção na cidade e muitas pessoas têm procurado prestar solidariedade através de oração e mensagens de apoio. #Casos de polícia