Por muitos anos, o Brasil viveu longe do foco do #Terrorismo internacional, mas com o crescimento de grupos radicais, como o #Estado Islâmico, logo a pátria verde e amarela passou a ser um potencial alvo.

Nessa quarta-feira, 20, Rita Katz, especialista norte-americana em contraterrorismo, afirmou que os extremistas fizeram um cronograma de ataques no país. A lista foi divulgada pelos próprios terroristas em um aplicativo de troca de mensagens, o Telegram.

Crimes planejados pelos terroristas

Dentre os vários atos planejados pelos jihadistas e seus seguidores estão esfaqueamentos, envenenamento, sequestros e ataques em locais públicos e que possuam muitas pessoas.

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As ações mostram que os radicais islâmicos não almejam apenas atacar seus opositores estrangeiros, mas também os brasileiros.

Os ataques são planejados para os dias em que ocorrerão os Jogos Olímpicos, que começam oficialmente dia 5 de agosto e terminam dia 21 agosto. Entretanto, a primeira partida de futebol ocorrerá antes da cerimônia de abertura, dia 3 de agosto.

Quem fará os ataques

O Estado Islâmico e grupos derivados do mesmo estão em diversas partes do mundo, não sendo necessário que os combatentes de Maomé saiam da Síria ou Iraque para vir ao Brasil.

O grupo, na mesma publicação divulgada e explicada por Rita Katz, e que ganhou repercussão em grandes meios de comunicação, como a revista ISTOÉ, convidam os lobos solitários do Islã para realizarem os ataques contra as pessoas.

Lobo solitário é o nome dado pelos jihadistas aos combatentes do grupo que vivem em outros países e juram lealdade aos extremistas, de forma que quando precisam atacar, o fazem em seu próprio país, longe de qualquer suspeita das autoridades.

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Brasil possui grupo de apoio ao Estado Islâmico

Para a surpresa de muita gente, o Brasil se tornou o primeiro país da América do Sul a ganhar um grupo de apoiadores dos terroristas, criando inclusive uma página no Telegram para manifestar a sua fidelidade. Recentemente foi divulgado que havia um recrutador brasileiro do EI no Brasil e que ele era o responsável por traduzir as publicações do grupo para o português.

A Abin ainda não se manifestou sobre o grupo de brasileiros que apoiam o terrorismo, mas já havia divulgado há algumas semanas que estava monitorando cerca de 30 pessoas ligadas ao Estado Islâmico no Brasil, bem como um possível recrutador que possui dois blogs e que traduz as páginas do grupo para o português. #Rio2016