Um general que não teve o novo identificado decidiu se sobrepôr à presidente afastada Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT). O "NÃO" polêmico e sonoro foi dado em um dia que ficou marcado na história de Dilma, o 12 de maio. Nessa data, ela foi oficialmente afastada do governo federal. Confirmando sua deposição, aquele era o último dia de Dilma no poder. Foi então que o tal general decidiu não obedecer mais a petista. A informação foi confirmada nesta segunda-feira, 18, pelo colunista Lauro Jardim, do Jornal 'O Globo'. 

O general acabou mudando de ideia, mas pelo "bem da nação". A presidente decidiu bater o pé com sua segurança do Palácio do Planalto, em Brasília.

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Ela chegou a ameaçar não assinar o papel em que decretava  o seu afastamento. Mesmo que não assinasse, a petista não continuaria no poder, pois poderia ser retirada à força depois de algumas horas. Ainda assim, o militar decidiu não causar mais problemas. Para ele, a petista já estava há tempo demais na presidência. 

A presidente ainda assim ficou irritada, diz a nota publicada por Lauro Jardim. Mas o que o General teria recusado afinal? Segundo o jornalista, o militar não queria autorizar uma invasão de manifestantes do Partido dos Trabalhadores (#PT) em frente ao Palácio do Planalto. Foi no local que a petista fez um discurso quase de despedida. Nesse dia, atrás dela estava o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, visivelmente abatido com sua legenda e sua aposta caindo, desabando. 

Com a decisão do general em reaver sua proibição, os petistas puderam assistir de camarote à despedida melancólica de Dilma, que insistiu em dizer que o processo de impeachment contra ela era um "golpe parlamentar".

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O processo escrito pela advogada Janaína Paschoal e outros juristas foi escrito ainda no ano passado. No entanto, nem mesmo um ano depois as coisas parecem que chegaram ao fim. A previsão é que a votação no Senado agora só aconteça no fim de agosto, quando também ocorre os jogos olímpicos do Rio de Janeiro. #Dilma Rousseff