O Movimento 'O Sul é o Meu País' continua a tentar conseguir o seu principal objetivo,  separar uma das regiões mais prósperas do resto do Brasil. Muitos são os motivos que levam centenas de pessoas a participarem do movimento. Entre eles, o fato dos impostos no Brasil serem muito altos e o dinheiro que sai do Sul nem sempre voltar para os sulistas, sendo investido em áreas remotas, em especial nos programas sociais. O grupo nega ser xenofóbico e revela que quer apenas mais poder de decisão em uma região na tentativa de fazer crescê-la ainda mais. 

No dia 02 de outubro, um importante grande passo para que o sonho dessas pessoas vire realidade será feito.

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No mesmo dia em que acontecem as Eleições municipais, urnas serão colocadas perto dos colégios eleitorais. Ao todo serão 4 mil urnas disponibilizadas no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Ao sair das seções de votação, os eleitores poderão votar novamente, mas em uma questão talvez ainda mais importante. "Você acha que o Sul deve se separar do Brasil e virar um país?". As pessoas poderão responder "sim" ou "não".

Voluntários vão ajudar no pleito informal

A escolha funcionará como um plebiscito e também como uma amostra da opinião dos moradores da região. Apesar da animação, a votação é informal e não tem poder diretor em uma mudança na geografia do Brasil. Pela Constituição nacional, separar territórios é ilegal. A ideia é que pelo menos 5% dos eleitores totais do estado respondam ao questionamento da independência dos três estados.

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Para isso, as urnas e toda a operação serão bancados por voluntários, que também ficarão no local de votação da abertura ao fechamento. 

Polêmica no Senado Federal

O plebiscito, no entanto, para ter qualquer valor, precisaria da aprovação do Congresso Nacional. Ou seja, mesmo que 100% dos eleitores escolham em se separar, isso por si só não muda nada. Não é assim que os voluntários pensam. Com os dados em mãos, eles serão capazes de pressionar os Senadores e marcar uma votação aprovada pelo Congresso. #Governo