"Suplicy acaba de ser preso pela PM após protestar contra reintegração de posse. Nesse momento está sendo levado para o 75 DP, do Jardim Arpoador. Mais tarde daremos mais informações. Assessoria" - essa foi a mensagem oficial de um representante do Partido dos Trabalhadores (PT) sobre sua detenção - seu nome é conhecido por todos os brasileiros, Eduardo Suplicy, que chegou a ser Senador pela maior cidade do país, São Paulo. A detenção ocorreu na manhã desta segunda-feira, 25, após o agora candidato a vereador (ainda pelo #PT) ajudar moradores que sofreram uma reintegração de posse de um terreno da prefeitura. 

O prefeito da cidade, Fernando Haddad, do mesmo partido que Eduardo Suplicy, acabou sendo o grande responsável por mandar prender o companheiro político.

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Ele entrou na Justiça para conseguir o terreno de volta. O agora candidato a vereador tentou atrapalhar o trabalho da Polícia Militar e foi carregado. Ele foi literalmente arrastado por profissionais de segurança. Nas redes sociais, não se comentou outra coisa. Afinal, como um prefeito do PT não tenta embarreirar a prisão de um possível vereador da sua própria legenda?

A prisão de Eduardo Suplicy mostra o desespero ao qual o partido chega faltando poucos meses para as eleições municipais. O PT chega ao pleito assolado não só pelo impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, mas também pelos erros em todos os patamares. Suplicy muitas vezes não conseguia contato com Dilma, mesmo sendo do mesmo partido que ela. Essa falta de comunicação foi um dos maiores erros da sigla nos últimos anos. 

Depois de tempos gloriosos e da conquista da presidência, o clube político do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva parece desesperado, bagunçado e sem qualquer visão de melhora para o futuro.

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Um partido que se tornou o maior do país só cai e muitos candidatos preferiram se desfiliar enquanto ainda era tempo. Para muitos analistas políticos, situações como a de Eduardo Suplicy, apenas mostram como o partido está chegando a seu fim.  #Governo