Na tarde deste domingo, 24, um homem identificado como Frank Oliveira da Costa, conseguiu cancelar a primeira fase do Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em uma universidade da Bahia, a Unijorge,  por dizer que estava carregando explosivos no próprio corpo. No momento da confusão, cerca de três mil pessoas estavam esperando para realizar a prova. Ainda não se sabe se os candidatos poderão fazer um novo exame. O que se sabe é que o homem não carregava explosivos, assim como disse, mas sim balas de gengibre, como confirmou a Secretaria de Segurança Pública do Estado da Bahia. De acordo com a entidade, não há qualquer possibilidade do homem pertencer ao Estado Islâmico. 

Bomba era doce, mas assustou milhares

A informação da bala de gengibre também foi confirmada pelo Major Raimundo Assemany.

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O jovem detido ainda será ouvido para se entender o que teria motivado ele a realizar tal ação. No entanto, testemunhas dizem que no momento em que ele realizou o ato, o estudante disse que não aguentava mais repetir tanto no exame. Em seguida, ele abriu a camisa e disse para os estudantes  que estavam na sala em que ele prestaria o concurso, que ninguém mais poderia realizar a prova. Vídeos mostrando o desespero dos estudantes rapidamente caíram nas redes sociais. 

Atitude de espera durante negociação

Antes de prender o homem, os profissionais  da segurança tiveram que negociar por horas. Todo o prédio foi esvaziado e algumas pessoas teriam ficado feridas durante a correria. Nenhuma pessoa ficou gravemente ferida. Os seguranças decidiram fazer a negociação justamente para evitar que o homem pudesse se matar.

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Além disso, não se sabia com toda a certeza se ele estava ou não carregando os explosivos. 

Terrorismo nas Olimpíadas

O caso acontece dias depois de onze pessoas terem sido presas pela Polícia Federal acusadas de serem suspeitas em planejarem um atentado terrorista no Brasil. O grupo pode ter forte ligação com o Estado Islâmico, um dos grupos mais temidos de todo o planeta. Será mesmo? Eles negam.  #Rio2016