Algumas denominações evangélicas do Distrito Federal têm acolhido a comunidade LGBT em suas reuniões. Elas afirmam que têm sido alvo de críticas e discriminações das outras denominações, que não concordam com a prática. Elas dizem que, embora aceitem que gays frequentem os cultos, continuam seguindo as orientações bíblicas, diferente do que as outras igrejas imaginam. Os ataques dos evangélicos têm vindo, principalmente, das redes sociais.

A Comunidade Athos tem sido alternativa para as pessoas que não se sentem bem nas igrejas que não aceitam a união de gays. Eles recebem qualquer pessoa, independente da orientação sexual ou da #Religião que segue.

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A liturgia, segundo eles, é igual a de qualquer denominação evangélica, com o diferencial de que aceita as pessoas, independente de seus 'pecados'. Os discursos também são contextualizados para o público, que em sua maioria é composto por homossexuais.

Segundo o pastor da comunidade, as pessoas querem ouvir sobre o amor de Deus e não que gays são abominação. Alguns seguidores desta #Igreja afirmam que foram convidados a se retirar das denominações tradicionais que frequentavam devido à sua sexualidade. O líder religioso alegou que homossexuais não tem compatibilidade com a igreja. Eles não foram proibidos de frequentar, mas eram constantemente afrontados, com versículos bíblicos, na tentativa de provar que eles estavam errados.

O relato de um homossexual afirma que um pastor da igreja tradicional disse que não poderia mantê-lo naquela congregação e que ele não poderia mais permanecer entre eles, por sua orientação sexual.

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Ele só poderia continuar caso abrisse mão de sua escolha. Como não o fez, resolveu sair. Além de ser rejeitado pela denominação evangélica, também foi rejeitado pela família.

As denominações inclusivas, que aceitam homossexuais em sua comunidade religiosa, pregam que não deve haver promiscuidade, permitindo sexo antes do casamento, se o relacionamento for estável. Alguns se queixam de ter saído das igrejas tradicionais por serem tratados como portadores de doenças, por exemplo, e por isso essas "igayjas", expressão utilizada por alguns, se tornaram a opção ideal para servir a Deus. #LGBT