De acordo com a coluna 'Estadão', publicada nesta terça-feira, 05, no jornal 'O Estado de São Paulo', um dos nomes mais importantes do processo de impeachment contra a presidente afastada Dilma Rousseff, a jurista Janaína Paschoal, revela que se sente ameaçada. Ela comentou com o jornal ao ato de protesto contra o seu trabalho em um aeroporto de Brasil. A ameaça, que quase culminou em agressão, assustou todo o Brasil. Muita gente até teme pela vida da jurista. O ator Alexandre Frota, que neste ano se filiou ao PSC, chegou a propôr que um grupo de dezenas de marombeiros faixas-pretas fizessem a segurança da mulher que dá aula na Universidade de São Paulo (USP), mas ela teria recudado a ajuda. 

Em entrevista ao jornal, a advogada revelou que é a favor das manifestações, mas que é preciso diferenciar um protesto legítimo de um #Crime de ordem.

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Segundo ela, palavras de ordem e cartazes, mesmo que mais agressivas, fazem parte da normalidade de uma manifestação. No entanto, o que aconteceu com ela no aeroporto não era isso. Janaína Paschoal revelou que o grupo estava irado e que parecia partir com violência. De acordo com a advogada, o grupo gesticulava muito perto dela. "Ultrapassam a linha", disse a jurista, que na ocasião foi defendida por populares no aeroporto. 

Um dos vídeos que repercutiu na internet mostra a advogada que acusa a presidente Dilma esperando na fila de embarque no aeroporto. Ela ia de Brasília para o estado de São Paulo, onde dá aulas. O grupo chama Janaína de golpista. A companhia aérea precisou intervir durante o protesto e ficou na frente do grupo, impedindo assim que Paschoal pudesse a vir sofrer qualquer tipo de agressão. 

“Vendo o vídeo, esquecendo que eu era o alvo, concluo que se caracterizou, pelo menos, o crime de ameaça", disse a jurista que ficou famosa em todo o país.

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Ela revelou que, por enquanto, não tomará qualquer medida jurídica, mas que sua fala é como um alerta e que serve para todos os brasileiros, evitando que o pior possa vir a acontecer. #Investigação Criminal