A jornalista Leonora Áquilla fez uma denúncia em sua página pessoal no Facebook, dizendo que um fã, chamado Fabrício Áquilla, sofreu preconceito de um obreiro de uma #Igreja evangélica. Ele havia tirado uma foto com o namorado e postado nas redes sociais. Ele aparecia na imagem com uma pulseira da denominação evangélica que frequentava, por isso, o obreiro pediu para que ele a tirasse, pois isso iria manchar a imagem de Jesus.

Leonora chegou a afirmar que Jesus não se importa com pulseirinha e que atos como esses acabam afastando as pessoas de Jesus, já que os evangélicos se dizem representantes dele na Terra. Posteriormente, ela publicou outro vídeo, retomando o caso e disse que as igrejas condenam tanto a idolatria, mas esses objetos, como as pulseiras, também são idolatradas, como se elas fossem algo que representasse santidade, por isso que um gay não poderia usá-las.

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Ela reitera dizendo que além de idolatria é preconceito contra os gays e que Jesus vê o coração e não se importa com pulseiras.

Leonora aconselha a Fabrício a jogar a pulseirinha fora, pois Deus não vai mandar ninguém para o céu ou para o inferno por usá-la ou não. Ela reafirmou que Hélio José, o obreiro, estava errado e é preconceituoso. Segundo ela, o protesto deu certo, pois ele pediu perdão ao Fabrício. A igreja também se pronunciou e pediu perdão. Leo disse que ficou contente e que atitude de cristão é de humildade e reconhecimento de erros. Ela ainda deu uma lição dizendo que é assim que os evangélicos deveriam agir, sempre.

Ela afirma que todos, independente da orientação sexual, devem ser amados e respeitados e que se há alguém para julgar é Deus e não os evangélicos. Antes de finalizar o vídeo ela fez um pedido à denominação dizendo que para reparar o erro, que não foi só do obreiro, eles poderiam comprar um colchão pneumático para uma pessoa doente que está precisando muito.

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Leo diz que tem certeza que para essa denominação isso não é nada, pois eles cobram dízimos e ofertas das pessoas durante todos os cultos e não vai custar nada ajudar o próximo. Em seu último comentário sobre o caso, ela disse que quem fez a doação foi um irmão, mas não a instituição religiosa.

#Religião #LGBT