Em evento que contou com a presença da presidente afasta Dilma Rousseff, um homem, cuja a identidade ainda é desconhecida, subiu em um poste e começou a dançar, acenando para as pessoas que observavam aquela cena angustiante. Enquanto ele se mexia de um lado para o outro, mais pessoas se aglomeravam e tentavam chamar a sua atenção para o perigo que estava a correr. 

Uma tragédia anunciada

Segundo informações de pessoas que presenciaram aquela situação, o jovem,  que aparentava ter uns 30 anos, era morador de rua e sofria de problemas mentais. Afinal, nenhuma pessoa em consciência total dos seus atos iria subir em um poste sem os equipamentos necessários, totalmente desprotegida, mesmo que a razão fosse prestigiar seu político preferido.

A cada movimento do homem, vinha uma terrível sensação de "tragédia já anunciada".

A coragem ou insanidade do jovem era tanta, que em alguns momentos ele agarrava-se em um dos fios com uma só mão e inclinava-se para falar com as pessoas que tentavam de alguma forma tirá-lo daquela situação de risco. Quanto mais as pessoas pediam para que ele descesse, mais ele acenava, se mexia e gritava palavras confusas para todos. 

Apesar das várias tentativas e apelos por parte das pessoas, no intuito de fazê-lo descer, o homem parecia não ouvir e de certa forma se motivava ainda mais. De repente ele começou a subir lentamente até o topo do poste, apoiando-se sobre os fios e bastou apenas uma faísca para que o corpo do jovem fosse lançado com muita força ao chão, o que provavelmente também contribuiu para sua morte. 

Algumas pessoas que estavam no local registraram toda aquela cena triste. Como de costume, logo após o ocorrido, vários vídeos foram postados nas redes sociais e rapidamente se espalharam de forma viral. 

Atendimento à vítima

Agentes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) rapidamente chegaram no local e prestaram os primeiros socorros à vítima tentando reanimá-la, porém a caminho do hospital, o homem não suportou os ferimentos e veio a óbito. #Dilma Rousseff #Acidente #Casos de polícia