A Justiça Federal do Distrito Federal confirmou nesta quinta-feira, 07, uma decisão que já tinha sido deferida em junho do ano passado. Para a Justiça, a presidente afastada Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT), mentiu para o povo. Por isso, proibiu naquele ano que o #Governo federal, ainda comandado pela petista, veiculasse propagandas em que dizia que o setor energético passava por dias positivos ou que havia ampliado os direitos dos trabalhadores. O processo foi ajuizado pelo PSDB, que não concordava com a forma em que Dilma usava a televisão para falar inverdades. No mesmo período em que ela disse que o setor energético estava muito bem, as contas de luz tiveram aumento pela falta d'água das represas de todo o país. 

A decisão foi assinada pelo juiz federal substituto Renato Borelli, da 20ª Vara Federal do Distrito Federal.

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No documento, ele diz que as propagandas de Dilma eram nitidamente portadas de informações falsas e que mostravam fatos que nem existiam no Brasil. A comprovação da "mentirinha" de Rousseff e de sua equipe deixam ela na pior em um momento importante, quando no próximo mês deve acontecer no Senado federal a votação que decidirá se a presidente afastada deve ou não ser deposta. Calcula-se que pelo menos 60 Senadores votariam contra a representante do Partido dos Trabalhadores. 

Na ação em questão, o PSDB questionava não só as mentiras ditas em propagandas na televisão, mas também no rádio e na internet. Uma dessas propagandas mostrava Dilma culpando a seca pelos problemas energéticos no país, quando na verdade ficou evidenciado que houve falta de gestão no caso. Ela ainda chegou a dizer que seu governo era bom para os trabalhadores, justamente quando a inflação batia recordes e os índices de desemprego chegaram a seu patamar na última década. 

O juiz explica como a gestão de Dilma não foi boa para os trabalhadores.

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Borelli afirma que a petista dificultou o seguro desemprego, por exemplo, o que evidencia que seu governo não foi tão bom assim para quem trabalhada. “Ora, reduzir o direito é o mesmo que garanti-lo?”, questiona o juiz no seu despacho.  #Dilma Rousseff #Investigação Criminal