Em entrevista para o portal "G1" no último dia (4), a professora de Filosofia Marilena Chauí disse acreditar que as investigações na Operação #Lava Jato não têm como objetivo combater os casos de #Corrupção no Brasil, mas desestabilizar o país em uma possível perda de sua soberania sobre o pré-sal. De acordo com a filósofa, o juiz Sérgio Moro teria sido capacitado por agentes dos Estados Unidos para investigar esquemas de de corrupção. "Mas o decorrer desta operação não tem nada a ver com o moralização de uma das maiores estatais do Brasil, e sim para tirá-la do pré sal."

Ainda de acordo com a professora Chauí, o treinamento repassado pelo FBI, denominado de Macarthismo, tem como característica perseguir comunistas.

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O programa foi desenvolvido na década de 1950 e aprimorado depois dos atentados de 11 setembro de 2001. Segundo ela, as petrolíferas dos Estados Unidos estão tentando desestabilizar as estatais petrolíferas do Oriente Médio. Ainda de acordo com seu discurso, tais empresas são responsáveis em causar a quebradeira geral nas companhias de petróleo da região dos Bálcãs, seguido da Venezuela e agora estão tentando tomar o controle na Petrobras.

Sendo assim, o juiz brasileiro tem ajudado a desestabilizar o país, favorecendo o acesso internacional ao petróleo brasileiro. Para ela, a Operação Lava Jato é o anúncio da grande melodia a qual visa destruir a soberania do Brasil prevista para o século XXI, alastrando-se para o século XXII.''Estas operações de geopolítica visam a desestabilização de uma República e visa destruir a posição que o Brasil ocupa no BRICS'', concluiu.

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Considerada petista por opositores, a professora Chauí foi alvo de piadas nas redes sociais. Muitos internautas afirmam que os petistas estão passando do ponto com suas argumentações sem fundamento. Em abril, ela defendeu com veemência a presidenta afastada Dilma Rousseff - a professora já havia afirmado que o objetivo da Operação Lava Jato é de repassar o pré-sal para as empresas dos Estados Unidos, além de enfraquecer os países que compõem o Mercosul. Tais afirmações foram ditas na USP, em um discurso contrário ao processo de afastamento da presidenta. #Dentro da política