A atriz Letícia Sabatella passou por apuros neste domingo, 31, ao aparecer em uma #Manifestação contra a presidente Dilma Rousseff na cidade de Curitiba, no Paraná. A cidade é conhecida por sediar a Operação Lava-Jato, realizada pelo excelente trabalho do juiz federal Sérgio Moro. A profissional da dramaturgia publicou um vídeo no Instagram em que acusa os manifestantes de a perseguirem. Letícia ficou conhecida ainda mais depois que participou de eventos defendendo Dilma e mostrando sua opinião contra o processo de impeachment. 

"Não fui provocar ninguém, passava pela praça antes de começar a manifestação e parei pra conversar com uma senhora.

Publicidade
Publicidade

Meu erro. Preocupa está falta de democracia no nosso Brasil. Eles não sabem o que fazem", disse ela, que não soube explicar, no entanto, o que fazia na praça onde aconteciam os protestos que já estavam marcados há mais de um mês. O povo ficou bem irritado com a presença da atriz da Rede Globo de Televisão. Um vídeo publicado no Youtube mostra um pouco da confusão. Após ser descoberta, Letícia foi cercada por várias pessoas que protestavam justamente contra a bandeira que ela defende.

A Polícia precisou ser chamada para evitar que Letícia Sabatella fosse agredida fisicamente. Também pelas redes sociais ela criticou através de uma foto o que chamou de falta de tolerância. Ela exibia o teatro Guaíra, que tinha diversas placas que pediam a Intervenção Militar no Brasil. Letícia disse ainda que seu único objetivo era  entender o que a tal senhora falava na praça, para saber o ponto de vista dela sobre as coisas.

Publicidade

Ela disse ainda que os que pedem o impeachment não falam por argumentos, deixando apenas o ódio falar mais alto.

Pelo menos 200 cidades brasileiras tiveram protestos parecidos. Em São Paulo e Brasília, por exemplo, houve até um "parabéns para você" ao juiz federal Sérgio Moro. Não há registros de grandes incidentes. 

Veja abaixo o momento em que a atriz é cercada e expulsa da manifestação que pede a deposição da presidente afastada Dilma Rousseff: