De acordo com o candidato a vereador Alexandre Frota, do PSC, a advogada de acusação do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, Janaína Paschoal, embarcou nesta quinta-feira, 07, para a cidade de Brasília cercada de grande segurança. Ao todo, doze lutadores à paisana teriam sido colocados em pontos estratégicos do aeroporto, de modo que não fossem identificados ou chamassem atenção. Esses lutadores seguiram Janaína de São Paulo para Brasília. Paschoal não comentou a ajuda de marombeiros para realizar os seus deslocamentos em todo o país. 

Nessa semana, ela deu uma entrevista ao jornal 'O Estado de São Paulo' revelando uma grave ameaça.

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Segundo a professora da Universidade de São Paulo (USP), manifestantes do Partido dos Trabalhadores (PT) agiram com grande violência depois que ela participou de uma das sessões do impeachment, no Senado. Um vídeo publicado na internet mostra o momento em que os petistas chamam Janaína de "golpista". A advogada que quer que Dilma seja deposta revelou que é a favor do protesto, mas que esses tem limite. Pascoal contou que tudo foi feito de maneira muito agressiva e ameaçadora. "Eles gesticulavam muito perto", disse ela.

A advogada acabou sendo protegida por populares e também por funcionários do aeroporto, que evitaram que ela pudesse vir a sofrer uma violência física. Anteriormente, o ator Alexandre Frota relatou que já tinha oferecido segurança para a profissional da justiça, mas que ela teria preferido seguir apenas com a segurança de Deus.

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Isso agora mudou depois que o impeachment começou a ficar ainda mais provável para Dilma.

De acordo com o site 'Diário do Poder' em matéria publicada nesta quinta-feira, cerca de 60 Senadores devem votar contra Dilma. O número mínimo para que Rousseff seja deposta são de 54 votos. Dessa forma, a presidente deve perder o cargo com ampla rejeição e entrar para a história. Caso isso ocorra, Dilma será a segunda presidente a deixar o cargo desde a redemocratização do país, na década de 1980, sem ser no fim do mandato.  #É Manchete!