Neste último final de semana, um fato inusitado aconteceu no município de Vila Rica, no Mato Grosso, pequeno vilarejo com pouco mais de 20 mil habitantes, onde dois indivíduos foram presos acusados de estuprarem uma menina de apenas 7 anos. A criança contou aos policiais todos os detalhes, e disse que os homens chegaram a ficar passando a mão pelo seu corpo, além de terem levado ela para a cama. O fato duvidoso da história é que a mãe da menina apareceu e começou a negar tudo, dizendo que a filha estava mentindo.

A polícia conseguiu prender o suspeito D.N.S, um homem de 29 anos, e agora está tentando entender essa confusa história.

Publicidade
Publicidade

Outro suspeito, E.L.F., de 37 anos, acusado de porte ilegal de arma de fogo também foi preso em meio a esse #Crime. Os dois foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil e as investigações tiveram início para tentar descobrir o que realmente aconteceu e se a mãe estava sabendo do crime de estupro da filha e vinha mantendo silêncio, sendo condizente com os homens presos.

Os policiais que foram até a casa da vítima ficaram confusos. Eles contaram que os próprios familiares é que ligaram e fizeram a denúncia, e quando chegaram à residência encontraram um fato nunca visto antes. A mãe da menina, de acordo com o relato ouvido pelos agentes de segurança, não estaria presente na residência no momento em que a filha teria sido vítima de abusos sexuais. Quando a mãe chegou, logo após os policiais, quis fazer de tudo para a criança desmentir a história que tinha acabado de contar à polícia.

Publicidade

Acontece que a menina estava decidida a revelar os abusos sofridos e contou que vinha sendo ameaçada pela própria mãe para negar tudo.

Geralmente, o que acontece nesses casos é a própria mãe fazer a denúncia quando fica sabendo que o companheiro está abusando da filha, só que a polícia dessa vez se deparou com uma mãe querendo acusar a própria filha de estar inventando toda a história de estupro.

A criança já está com o Conselho Tutelar e terá a assistência de uma psicóloga. #Violência #Casos de polícia