Neste domingo, 17, o 'Fantástico' exibiu uma ampla reportagem sobre a segurança dos jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, que começa em agosto. A matéria exibiu que pelo menos quatro pessoas envolvidas com o #Terrorismo internacional tentaram se credenciar no evento. O repórter Eduardo Faustini acompanhou o trabalho das equipes de inteligência e segurança que têm a missão de garantir a paz para quem vai acompanhar as disputas por medalhas. No monitoramento feito pelos militares, os militares ainda descobriram ainda que sessenta e um brasileiros que estão com mandados de prisão expedidos por crimes diversos entraram com pedido de credencial. A s informações causaram grande surpresa e também preocupação. 

Contra esse tipo de ameaça há um forte treinamento.

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É dessa forma que os militares decidem agir. Eles treinam técnicas de escalada e de invasão de prédios. O governo brasileiro também investe monetariamente na segurança, como com a compra de novos blindados. Um deles é capaz até de erguer uma plataforma que ajuda os profissionais da segurança a invadirem prédios, por exemplo. Uniformes de última geração também protegem os policiais. São filtros, máscaras, tudo para evitar um ataque por meio de gases, por exemplo. As roupas tecnológicas protegem até contra contaminação nuclear. 

Enquanto os militares estiverem nas ruas, outro batalhão estará em um Centro de Comando 24 horas por dia. Eles são os olhos da Olimpíada. Tudo o que acontece nas principais arenas e nas ruas é verificado o tempo todo. É a primeira linha de defesa para grandes eventos.

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Ela foi montada três anos antes da Copa do Mundo. Os Militares ainda criaram um núcleo apenas para tratar de terrorismo, especialmente depois que Paris sofreu incessantes ataques do tipo.

Os credenciamentos para os jogos sofreram uma varredura, como mostra a reportagem do Fantástico. E foi nesse monitoramento que foi descoberto que 11 credenciais fossem negadas por qualquer pedido, dentre elas 61 pessoas com crimes. O mesmo para estrangeiros.  Quatro dessas pessoas tem ligação com o terrorismo. Além do Brasil, o serviço internacional de inteligência também faz esse tipo de monitoramento.